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Paz e Cidadânia

Programas municipais são ferramentas para impulsionar o combate á pobreza

O governador provincial de Luanda, José Maria dos Santos, consi­derou ontem que o programa mu­nicipal integrado de combate à pobreza constitui uma ferramen­ta que influencia no desenvolvi­mento humano, aumenta a quali­dade de vida das populações e o êxito na sua implementação de­pende de todos, em particular das autoridades.

Ao intervir na abertura do “Se­minário provincial sobre imple­mentação dos programas munici­pais integrados de desenvolvimen­to rural e combate à pobreza”, José Maria dos Santos disse que a me­lhoria das condições de vida das populações passa por uma plena execução do programa e diálogo permanente entre as administra­ções municipais e comunais e as populações através das comissões de moradores e das assembleias de condomínios.

O governador apontou também a aproximação das actividades públicas às populações através da municipalização dos diferen­tes serviços, a todos os níveis, como propósito para o bom êxito do programa.

José Maria dos Santos realçou que a fraca alimentação e a pobre­za no seio das famílias devem me­recer uma atenção especial das au­toridades locais e destacou a im­portância da revitalização dos conselhos municipais de concerta­ção e auscultação social como um espaço privilegiado de diálogo com a comunidade civil e autoridades tradicionais para avaliação do grau de satisfação dos anseios das co­munidades O seminário, que encer­ra hoje, é sequência do fórum na­cional sobre a pobreza realizado no mês de Janeiro e conta com a parti­cipação de directores provinciais, administradores municipais e co­munais, chefes de repartições mu­nicipais e representantes das as­sembleias de moradores.

Conquistas na saúde

O ministro da Saúde, José Van­ Dúnem, considera estratégica a campanha nacional de vacinação contra a poliomielite, que aconte­ce nos dias 25, 26 e 27 de Feverei­ro, no quadro da redução da po­breza, melhoria das condições de vida da população e interrupção do vírus no país.

Ontem, numa breve intervenção sobre a situação da doença em An­gola, durante o “Seminário provin­cial sobre implementação dos pro­gramas municipais integrados de desenvolvimento rural e combate à pobreza”, José Van-Dúnem disse que neste momento existem casos registados de poliomielite nas pro­víncias de Luanda, Bengo, Bengue­la, Lunda-Norte, Lunda-Sul, Bié, Huambo, Uíge, Cabinda e Kuando­Kubango.

Realçou que em Cabinda foram registados 16 casos em adul­tos e cinco óbitos e admitiu que se trata de uma situação anormal.

José Van-Dúnem explicou que a vacina contra o vírus da pólio é efi­caz, mas que a sua eficácia fica re­duzida em mais de 30 por cento, diante de condições de saneamento desfavoráveis. “As populações que vivem em zonas precárias estão menos protegidas em relação a outras em melhor situação, razão pela qual melhorar o saneamento é fundamental”, disse o ministro. 

O ministro da Saúde lamentou ainda os constrangimentos decor­rentes das campanhas já realizadas, como a insuficiente participação das organizações locais, recrutamento de vacinadores fora dos municípios e curto tempo de trabalho destes. Acrescentou que é fundamental en­volver a comunidade nas interven­ções de combate aos vírus da pólio e outras enfermidades e evitar a ideia de que a responsabilidade é apenas do Executivo. Para o efeito, apontou três elementos principais, a descentralização da responsabili­dade das campanhas a partir do ní­vel provincial, municipal e comu­nidades, incluindo o envolvimento de líderes comunitários.

Executivo disponibiliza fundos para municípios

O vice-ministro do Comércio garantiu, na sexta-feira, no Luban­go, que o Executivo tem criadas as condições para disponibilizar as verbas às administrações locais para a execução dos Programas Integrados de Desenvolvimento e Combate à Pobreza.

Archer Mangueira, que falava no encontro provincial sobre imple­mentação dos Programas Munici­pais Integrados de Desenvolvimento e Combate à Pobreza, explicou os objectivos da estratégia do Executi­vo para melhorar as condições de vi­da das populações.

Ao responder a questões coloca­das pelos participantes, disse que “a afectação dos recursos é uma preocu­pação do Executivo e que a execução dos instrumentos que vão facilitar to­do o processo começou em finais do ano passado”.

Os programas, referiu, estão ins­critos no orçamento revisto do ano passado, mas os fundos não foram disponibilizados porque, frisou, fal­tava cumprir com a fase de esclareci­mento sobre as regras de gestão orça­mental. “Os recursos começam a ser disponibilizados logo que terminem os seminários provinciais, sobretudo para os projectos já preparados e com concursos realizados”, anunciou, acrescentando que a execução dos programas começa ainda este mês.

O vice-ministro pediu o envolvi­mento de todos na execução dos Pro­gramas Municipais Integrados de Desenvolvimento e Combate à Po­breza. Os actores principais destes mecanismos, lembrou, são os administradores municipais, mas é neces­sário mobilizar todos os agentes para colaborarem na materialização dos programas.

Archer Mangueira esclareceu que os projectos inacabados, que concorrem para os objectivos pre­conizados, vão ser integrados nos programas municipais, desde que visem o alcance das metas nos sectores da educação, saúde, energia e água, agricultura e comércio rural.

Dinheiro para a Huíla

A província da Huíla vai, este ano, aplicar 326 milhões de kwan­zas na execução dos Programas Municipais Integrados de Desen­volvimento e Combate à Pobreza, revelou, ontem, o vice-governador para a esfera económica.

Sérgio da Cunha Velho disse que o valor serve para dinamizar acções no domínio da construção de infra-es­truturas básicas de saúde, educação, energia e água, produção agrícola, comércio rural e formação profissio­nal em todos os municípios.

Os programas municipais integra­dos vão ajudar a integração dos gru­pos vulneráveis na economia, melhorar o acesso aos serviços sociais básicos, a assistência à população e incentivar as comunidades a partici­parem no processo de tomada de de­cisões a nível local.

O vice-governador referiu que há na província um número considerá­vel de pessoas que vive com rendi­mento diário abaixo de um dólar e que a meta é reduzir para metade, até 2015, a percentagem de famílias nes­tas condições. Na abertura do encon­tro, o governador da Huíla declarou que “os programas vão levar mais próximo das comunidades os benefícios reclamados”.

O combate à pobreza, recordou, passa pela diminuição dos níveis de precariedade das pessoas, através do trabalho e não com promessas de ofertas e doações ou caridade. Em úl­tima instância, frisou Isaac dos An­jos, este combate passa pela auto mo­tivação da sociedade para ela própria se reerguer e comparticipar do de­senvolvimento social.

A transferência dos recursos para os municípios é um exercício que vai gerar capacidade para o estabeleci­mento da classe empresarial no interior e criar as condições de habitabili­dade para os quadros, disse.

O director da Educação no Namibe disse recente­mente que o melhoramento do ensino na província constitui prioridade do sector, uma vez identificados os problema, mas que directa ou indirecta­mente têm contribuído para o insucesso escolar.

“Podemos citar a falta de pe­rícia pedagógica de alguns pro­fessores que leccionam no ensino primário, fazendo com que se agrave ainda mais a aprendizagem das crianças”, considerou, Pacheco Francisco, reconhecendo a falta de perícia dos novos professores, um pro­blema que pode ser ultrapassa­do com a promoção de seminários de capacitação.

O responsável entende que nas escolas, os professores não devem tornar as aulas num calvário par as crianças. “Lem­brem-se que devem ter sempre presentes a motivação para des­pertar nelas, o interesse pelo es­tudo”, notou o director.

A província do Namibe con­trola cinco mil professores dos vários níveis de ensino. Os salá­rios em atraso dos professores colaboradores e o polémico pro­cesso de reconversão de carrei­ras representam as grandes preocupações do sector, aliando-se a não admissão do pessoal auxiliar que nas escolas devia garantir a segurança e higiene.

“Quando se pesquisa, se co­loca em actividade grande parte do conhecimento adquirido em busca de uma solução para um problema. Tudo faremos para ultrapassar os embaraços”, con­cluiu.

Discutidos programas municipais no Huambo

Um seminário pro­vincial e municipal sobre” A implemen­tação dos programas municipais integra­dos de desenvolvi­mento rural e combate à pobreza”, encerrou ontem durante três dias, os partici­pantes discutiram temas ligados ao combate à po­breza, o desenvolvimento rural, comércio rural numa perspectiva integrada em Angola, os progra­mas municipais integrados de de­senvolvimento rural e combate à pobreza.

Sob o lema, “Combate à pobre­za, um compromisso do Governo angolano”, o seminário abordou ainda o comércio rural como parte dos Programas Municipais Inte­grados do Desenvolvimento Rural e Combate à pobreza, bem como a comercialização da produção agro-pecuária e armazenamento de excedentes.

O seminário, debateu também o programa nacional de habitação social e o desenvolvimento de al­deamentos rurais, os programas municipais para segurança alimentar e nutricional e a municipa­lidade dos serviços de saúde.

A articulação entre o programa de água para todos e os progra­mas municipais integrados de de­senvolvimento rural combate à pobreza, foram igualmente debati­dos no evento presenciado pelo secretário de Estado das Águas, Luís Felipe da Silva, funcionários da Casa Civil da Presidência da República e da Administração do Território.

O governador do Huambo, des­tacou a importância do acto, tendo em conta o actual contexto do país e as perspectivas futuras, pois “va­mos, na essência, marcar o início de um compromisso com a popu­lação no que t4nge à luta contra a pobreza”, frisou.

“O objectivo geral continuará a ser a redução da pobreza da popu­lação,” adiantou Faustino Muteka, para quem, maior atenção deverá ser dada ao meio rural, promoven­do o acesso aos alimentos de quali­dade e de quantidades adequadas e reduzir fundamentalmente a dependência alimentar externa e fo­mentar as pequenas empresas agrícolas nas comunidades.

Sonangol perde 12 milhões de dólares no lobito

Direcção Regional Centro Sul da Sonangol, esta há uma semana sem direc­ção.

Uma comissão de auditoria da petrolífera foi despachada para o Lobito com o propósito de averiguar o paradeiro de cer­ca de 12 milhões de dólares des­viados dos, das vendas de combustível.

Fonte que pediu anonimato revelou que dentro da direcção regional, estão suspensos todos chefes de secção, departamento, incluindo o delegado da Sonangol no Lobito.

A mesma fonte diz que segun­do os resultados preliminares de mega auditoria que depois segue para o Namibe, trata-se de uma rede de funcionários localizados em Luanda, Lobito e Namibe.

De referir que para além dos chefes, toda a equipa da área de facturação da Sonangol Distri­buidora também foi afastada, indivíduos estes que ostentam bens de valores incalculáveis susceptíveis de investigação, pois trata-se de carros luxuosos, residências, casas de câmbio, entre outros.

Mercado imobiliário cada vez mais atraente

Dados disponibilizados pela Agência Nacional para o Investimento Privado (Anip), apontam que no primeiro semestre de 2009, foram aprova­dos projectos de construção civil no valor de 183 milhões de dóla­res, correspondendo, na altura a 9% do crédito bancário concedido a privados.

Os desequilíbrios continuam, fundamentalmente, em relação à oferta e procura, num sector onde os preços são de arrepiar os cabe­los, mas aproveitados por estran­geiros movidos por interesses lucrativos e a classe média cada vez mais exigentes.

O intenso fluxo migratório tam­bém é citado como sendo funda­mental para o crescimento do negócio.

Estes factores estarão na base dos actuais níveis de especulação se repararmos que os valores mé­dios de um apartamento de quali­dade em Luanda rondarão os 4.150 por metro quadrado e os de uma vivenda cerca de 5.500 por metro quadrado, o que pode indi­car que o montante real atinge os 5 milhões de dólares, sobretudo na zona luxuosa de Talatona, onde a Odebrecht comanda os negócios e as obras.

Os investimentos não se redu­zem apenas na oferta de residên­cias. O segmento de escritórios também se destaca. Aliás devido à falta de espaços, sobretudo para empresas que se instalam no país, o mercado conheceu nos últimos três anos o aumento do “interesse da criação de escritórios. Anip re­fere que a taxa de desocupação é bastante reduzida ou inexistente neste segmento.

Todo o espaço disponível está absorvido e estima-se que sejam necessários cerca de 1 milhão de metros quadrados para novos ga­binetes.

A aquisição de um escritório novo na baixa da capital pode atingir 11.500 dólares o metro qua­drado e o arrendamento 165, en­quanto os usados, os valores de aquisição ficam pelos 6 mil dólares o metro quadrado e os de arrendamento pelos 100 dólares. Neste ne­gócio convirá a muitas empresas estrangeiras o preço acima da mé­dia praticado no mercado e para já vale lembrar que o PR prometeu baixar o preço das casas praticado, com a criação de projectos de bai­xo custo.

Mas é a classe média emergente que estará a criar novas necessida­des num segmento de negócio que já é o quarto explorado, depois dos petróleos, diamantes e agricul­tura.

O programa do Executivo de construção de 1 milhão de fogos habitacionais, com benefícios aduaneiros relativamente à impor­tação de matérias-primas e equi­pamentos, caminha a passos tímidos.

O processo de reconstrução do país não pode prescindir da vasta experiência e reconhecida qualida­de das empresas estrangeiras.

Os grandes empreendedores do sector imobiliário terão de reposi­cionar as estratégias para encontrar respostas para as novas necessidades e porque o segmento construção cara esgotará em breve.

Com o lançamento do programa do Executivo, ainda é possível dizer-se que o mercado é muito interessante, mas a euforia viveu em função do preço petróleo antes da crise, não v basta reparar que na sua programação financeira para este ano, cortaram as despesas e os alimentos públicos suportados venda dos Bilhetes do Tesouro.

O arquitecto António Gameiro assegurou que o ritmo de crescimento alucinante do mercado imobiliário não voltará, embora o sector continue interessante haver muito espaço e oportunidades de negócio ainda por explorar.

Grande parte dos empreendimentos construídos em Luanda são ainda para alta renda e, se estes imóveis e empreendimentos continuarão a ter o seu espaço agora falta começar a descer e encontrar o equilíbrio necessário.

Os mais importantes e atraentes empreendimentos imobiliários normalmente edifícios de vários pisos, são colocados à venda por preços que ultrapassam 1 milhão de dólares, havendo casos de milhões por apartamento. Isto a que as rendas de apartamentos do tipo T2 possam atingir por dia 4 a 6 mil dólares, ocorrendo mesmo com os escritórios.

Ninguém me dá ouvidos

O presidente da comissão de moradores e soba grande da Samba Pequena, Paulo Sebastião, lamenta o abandono a que a sua circunscrição tem sido votada pela administração local.

O soba grande admite haver acidentes frequentes na zona devido às construções anárquicas feitas em zona de risco. O ancião residente na zona desde 1954, vê-se incapacitado para combater a situação face a ignorância dos moradores e da própria administração que de acordo com o interlocutor, “ nunca reúne com a comissão local “

“ Nós dissemos às pessoas para não construírem nas zonas de risco, mas não nos escutam. O senhor administrador não reúne connosco. O que é que eu posso fazer? Nada”, lamentou o mais velho com tristeza espelhada no rosto.

A comissão de moradores funciona na casa do presidente por falta de um espaço próprio. Há muito que o responsável aguarda pela cedência de um espaço por parte da administração para que a sua comissão funcione com maior dignidade, mas “ o assunto é simplesmente ignorado pelas autoridades locais”.     

O problema do saneamento básico e outros que enfermam o bairro levaram o soba grande da zona a redigir várias cartas a administração local, qualquer uma sem resposta até ao momento.

“ As casas não têm fossas, existem valas para ajudar as fezes. A vala grande está a ser construída há mais de cinco anos e nunca acaba. O chafariz não funciona á nos. Já escrevermos à administração, mas até agora nada” disse o interlocutor que receia o aumento das construções nas ares de riscos.

“ Temos avisado as pessoas para não construírem nas zonas de risco, mas ninguém me dá ouvidos e quando a chuva cai, as casa desabam e há pedras que soltam e matam pessoas”.

Lamentou o presidente que também reconhece ter havido uma redução considerável da criminalidade na zona.

O soba, que diz usar os seus parcos recursos para a redução de alguns casos pontuais, solicita uma maior atenção da administração local e apela, por outro lado, a uma maior atenção da administração e dos moradores. “ vê até para escrever um comunicado, gasto o meu próprio dinheiro e sem reembolso. Somos ignorados. Isto não está certo”, Concluiu a fonte. 

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