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Paz e Cidadânia

Começam “a rolar cabeças” no GPL

O governador de Luanda, José Maria Ferraz dos Santos, começou com o rolar de cabe­” no seu executivo, tendo exone­rado na quarta-feira ultima, em  despa­chos por conveniência de serviço ,alguns directores provinciais, altos responsáveis do Governo provincial m destaque para o administrador municipal de Cacuaco.     

Nos despachos, o governador  Maria dos Santos exonerou do cargo de secretária do Governo, Judite Armando Pereira, o director provincial da Saúde, Lumbanzu Vita Vemba, de administrador municipal de Cacuaco, Carlos Alberto Cavu­kila, de directora do Hospital Geral de Luanda, Maria Isabel António Massocolo Neves, de directora ­adjunta do Gabinete do Governador Provincial, Antónia Sandra Carvalho Vieira Dias Lourenço e de director do Gabinete Jurídico, Augusto Domin­gos Inglês.    

Igualmente, foram exonerados Angélica Francisco Agostinho, do cargo de directora do Gabinete de Estudo e Planeamento, Nzembe Sose­fe Canga, do cargo de director exe­cutivo interino do Programa de Ha­bitação Social, Pedro Samuel John Júnior, do cargo de director-geral da ENCIB-UEE, Ana Paula Rodrigues, do cargo de secretária da vice-gover­nadora para o sector político e social, e Casimiro Alcino Jorge Moisés, do cargo de director do gabinete da vice- governadora para o sector político e social.   

Noutros despachos, o governa­dor José Maria dos Santos nomeou, para em comissão de serviço exercer o cargo de secretária do Governo, Maria Umba  Adelaide Hilário, para o cargo de directora provincial da Saúde, Maria Isabel António Mas­socolo Neves, e para director do Gabinete Jurídico, Carlos Alberto Cavukila.

Mário Rui dos Santos e Silva Cardoso foi nomeado director do Hospital Geral de Luanda, Hemique Lázaro Capeça, para director geral da ENCIB-UEE, Ana Cristina de Santana Inglês, para Directora Executiva do Programa de Habitação Social e Requalificação das Áreas de Rea­lojamento e Henrique Jorge do Sacra­mento e Sousa, para director do Gabi­nete de Estudos e Planeamento. 

Para o cargo de director-adjunto do Gabinete do Governador da Pro­víncia, foi nomeado Eduardo Mendes Simba.

Para director do Gabinete da vice­-governadora para o Sector Político e Social, Valdir da Silva Baptista de Sousa, enquanto Daniela Aleks­sandra  Ngenohame vai, segundo o despacho, para secretária da vice-­governadora para o sector Político e Social.

Vita vemba exonerado

O Governador Provincial de Lu­anda, José Marias dos San­tos exonerou no passado dia 16.02 Vita Vemba do cargo de director provincial de Saúde, nomeando  para o seu lugar, em condição de serviço, a médica  Massocolo. Na verdade, a exonera­ção de Vita Vemba ficou determinada  aquando da visita surpresa  que o governador de Luanda efectuou nalgumas unidades hospitalares e centros de saúde e constatado um cenário “reprovável”.

Além do mau atendimento aos pacientes, o gestor provincial testemunhou a falta de am­bulância nalgumas unidades, tendo como argumento o então director provincial explicado que as mesmas :eram substituídas por um sistema de comunicação utilizado para chamar as ambulâncias sempre que necessário.

Desconfiado do método, José Maria dos Santos decidiu testar a sua fun­cionalidade convidando Vita Vemba ~ transforma-se em operador. “Alô  … alô … Terra Nova chama . .. alô … alô terra Nova”, testeva o agora exon­erado director provincial da Saúde que, para a sua infelicidade, ninguém respondeu. E, acredita-se, a referida situação terá tido peso considerado na decisão do governador que exone­rou outros quadros do GPL entre eles o então administrador municipal do Cacuaco, Carlos Cavuquila que foi nomeado para dirigir o gabinete ju­rídico.

Clareza nos números

Vai passar a ser assim daqui em diante: receitas muni­cipais todas para a Conta Única do Tesouro Nacional, enquanto único fiel deposi­tário  dos dinheiros decorrentes das contribuições fiscais, bem como as vindas das transgressões administra­tivas. A par disso, administradores lo­cais se obrigarão à prestação de con­tas relativas aos respectivos actos de governação, justificando bem os gastos realizados durante um dado exercício fiscal.

Assim, as receitas colectadas por via de cobrança de impostos ou taxas da responsabilidade municipais deixam, doravante, de ser geridas ao sabor das administrações locais. Pelo menos

passará a ser assim ao nivel da província de Luanda, onde, para o efeito, foi, esta segunda-feira, 14, rubrica­do um compromisso que, a partir de agora, obriga as administrações dos nove ‘municípios da capital a en­caminharem as receitas co­lectadas junto das respecti­vas áreas de jurisdição para um canal único: a Conta Única do Tesouro Nacional. 

 O compromisso foi firma­do entre o governador da província, José Maria dos Santos, e os ,adminis­tradores dos municípios circunscri­tos a capital do país, numa decisão que também marcou o encerramen­to imediato das contas bancárias, até aqui, movimentadas para este fim pelas administrações.

«Com este acto, acabamos por assumir uma grande responsabilidade», disse o governante, ao reconhecer que «os recursos arrecada­dos no exercício das nossas funções devem ser todos ca­nalizados a Conta Única do Tesouro Nacional», enquan­to mecanismo tido como único «fiel depositário de todas receitas públicas arrecadadas».

À luz de tal compromisso, os admi­nistradores se obrigam ainda a pres­tação de contas regulares relativas aos respectivos actos de governação, provando que os gastos realizados são condicentes com as obras apresenta­das durante um dado exercício fiscal.

Moçambique disponível para apoiar autarquias

Angola e Moçambique podem aprofundar a sua cooperação em matéria de gestão autárquica, suge­riu ontem, em Luanda, a ministra moçambicana da Administração Estatal, Camelita Rita Namahulua, no final de uma audiência que lhe foi concedida pelo ministro ango­lano da Administração do Territó­rio, Bomito de Sousa.

Camelita Namahulua, que se en­contra em Luanda no quadro da sua participação no Fórum dos Gover­nos Locais da Comunidade de De­senvolvimento da África Austral (SADC), que decorreu na quarta ­feira, disse que Angola e Moçambi­que têm trocado informações e ex­periências em gestão autárquica.

A ministra moçambicana consi­derou que o seu país tem muita ex­periência para transmitir a Angola, uma vez que está mais avançado nesta matéria, tendo em conta que tem, neste momento, 43 autar­quias, e Angola apenas agora se prepara para seguir esse caminho. Para ela, “essa troca de experiên­cias é boa porque cada um aprende sempre alguma coisa com o outro”.

De resto, Namahulua considerou “muito boas” as relações entre os ministérios da Administração do território de Angola e da Administração Estatal de Moçambique. “Temos estabelecido intercâmbios regulares e há muita troca de infor­mação. Os técnicos têm visitado ambos os países e isso ajuda a que nós possamos trocar experiências e conhecimentos”, disse a ministra, lembrando que Angola e Moçam­bique são “países irmãos” e têm um passado comum.

Camelita Namahulua apontou ainda a administração local, a ges­tão do território e questões ligadas à organização territorial e à forma­ção dos funcionários como áreas em que pode ser aprofundada a cooperação entre os dois países.

“Temos (em Moçambique) es­colas similares às que existem em Angola. uma delas é a Escola da Governação, cujas instalações já foram visitadas por técnicos do Ministério da Administração do Território (de Angola). Cá (Ango­la) também há escolas similares onde já estiveram técnicos mo­çambicanos. Por isso, temos tro­cado informações e experiências na área das telecomunicações”, lembrou, antes de considerar que isso também ajuda a que se pos­sam melhorar os conhecimentos.

Finalmente os municípios (II)

Elogiei na última conversa a decisão estratégica do Executivo de colocar o município no coração do combate à pobreza e do desenvolvimento rural, o que está relacionado com outra questão es­tratégica que é a descentralização do poder e sua aproximação aos cidadãos. Desde há cerca de um mês, os municípios passaram a estar na agenda do debate. Os Administradores e outros actores locais tiveram oportunidade de manifestarem as suas opiniões, e ficou claro que, afinal, não esta­mos num mar de rosas, como muitos pretendem.

Isto é francamente positivo. Nunca antes, desde a independência, vivemos situação idêntica.

Porém, a experiência de longos anos diz-nos que este tipo de sol costuma ser de pouca duração. Rapidamente pode aparecer outra moda e as prio­ridades passarão a ser canalizadas para outros ob­jectivos. Com efeito, são várias as ameaças que se deparam a este processo. Desde logo, a mentali­dade e a cultura institucional prevalecente. Isto ficou patente no formato do Fórum Nacional sobre a implementação dos Programas Integrados de Desenvolvimento Rural e Combate à Pobreza (PIMDRCP) e dos seminários provinciais que se lhe seguiram onde a abordagem top down (de cima para baixo) e o paternalismo e o assistencialismo fizeram marca.

Desta forma, não haverá participação activa e consciente, e, consequentemente, sustentabilidade. Mas também a corrupção, que pode fazer com que as prioridades venham a ser cometidas à implantação de infra-estruturas, em prejuízo do reforço das capacidades, sem as quais a sustentabilidade estará também em causa. A resistência à transferência de verbas para os mu­nicípios sob os mais diversos pretextos e a priori­dade que será dada ao investimento nas cidades – não nos esqueçamos que 2012 está à porta – são outras ameaças à descentralização e municipali­zação do desenvolvimento e ao desenvolvimento rural.

Tenho referido que a cons­trução de casas nas cidades, sendo obra meritória, encerra o perigo de permitir auto-es­tradas que estimularão ainda mais o êxodo rural.

A melhor forma de evitar desvios futuros será o reforço das capacidades institucionais municipais. Há cerca de trinta anos um amigo defendia que os melhores quadros do país deveriam ser colocados nos municípios, de modo a não apenas dirigirem as Adminis­trações, mas também a po­derem capacitar os recursos humanos locais, do ponto de vista político e técnico. Acho que essa ideia mantém toda a sua pertinência e actualidade. O Estado deveria, na minha opinião, realizar um investimento gigantesco que permitisse a instalação de empresas, de partidos políticos, de organizações da sociedade civil, de igrejas. Que pudessem contribuir para melhorar a oferta de serviços, fundamental para um combate eficaz à pobreza, mas também para a criação de uma mas­sa critica capaz de decidir e influenciar decisões avisadas sobre o desenvolvimento dos seus municípios e do país em geral, e sobre a participação dos cidadãos e das instituições e organizações nesse mesmo desenvolvimento.

Como disse na conversa anterior, o combate à pobreza exige um maior acesso aos serviços por parte da população, e tais serviços não podem ser apenas nas áreas da saúde e da educação, deixan­do os projectos económicos para a responsabili­dade dos órgão centrais: como certos discursos continuam a fazer crer. A desejada diversificação da economia deve começar com projectos concre­tos, que permitam inclusão, não apenas na ma­terialização, mas também na concepção. A agri­cultura familiar, o comércio rural, as actividades rurais não agrícolas e a dinamização de pequenas indústrias capazes de gerar emprego e rendimen­tos são aspectos fundamentais a ter em conta. Por isso não estou de acordo que se continuem a aprovar projectos megalómanos para a agricultu­ra empresarial, como ainda aconteceu nos últimos meses do ano passado, para os quais os municípios não são ouvidos, e mesmo que o fossem, não detêm capacidade crítica suficiente para argu­mentar sobre a sua inadequação. Tais empreendi­mentos exigem demasiados recursos financeiros, geram poucos empregos para as populações locais e quase nenhuns para as mulheres.

Os ventos que sopram do norte de África são um sinal de que os perigos que comportam a desi­gualdade e a exclusão social são bem reais. Em África e em Angola temos o mau hábito de não aprender lições com o ou­tro, pois pensamos que são sempre imunes. Uma das con­clusões da reunião de Janeiro último do Fórum Económico Mundial, que anualmente em Davos, na Suiça, junta as elites da economia mundial, foi que o agravamento das desigual­dades sociais é o risco mais grave que o mundo corre nas próximas décadas. Não se reconheceu, no entanto, que esse agravamento é fruto das polí­ticas que têm sido defendidas em Davos ao longo dos últimos anos. Políticas essas que nós, em muitos casos, insistimos em prosseguir.

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