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Jornal de Angola

MPLA anuncia estratégias de combate a pobreza

O presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos, declarou ontem que o objectivo do partido para as eleições gerais do próximo é a vitória. O objectivo do MPLAé participar nas eleições gerais de 2012 “e vencê-las”, frisou o líder do maior partido de Angola. José Eduardo dos Santos exortou, por isso, os militantes a começarem a analisar os documentos para o próximo congresso extraordinário, marcado para este ano.

“Importa agora começar, desde já, a analisar os documentos para o próximo Congresso Extraordinário que aprovará as orientações gerais para o partido se preparar para participar
nas eleições gerais de 2012, e vencê-las”, disse José Eduardo dos Santos, na sessão de abertura da reunião do Comité Central do MPLA, que se reúne pela terceira vez em sessão ordinária desde que foram eleitos os seus membros no congresso de 2008.

O líder do partido disse que o MPLA está a apostar na educação dos seus militantes e revelou que o Bureau Político concebeu e aprovou um novo sistema de formação política e ideológica que “possibilita ministrar os conhecimentos teóricos e dar a conhecer as experiências e boas práticas que devem orientar a acção ou servir como referência para o trabalho do partido”.

Esses conhecimentos teóricos adquiridos “podem igualmente servir de base para as análises e reflexões sobre a nossa realidade e sobre os acontecimentos mais marcantes
da actualidade”.

Direcção do MPLA aprovou também “estratégias de crescimento” das fileiras do partido e recomendou “a melhoria das condições de trabalho ao nível das estruturas intermédia e de base do partido, para que o enquadramento dos militantes seja um facto com reflexos na
nossa capacidade de mobilização”, acrescentou José Eduardo dos Santos.

MPLA anuncia estratégias de combate à pobreza

O presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos, declarou ontem que o objectivo do partido para as eleições gerais do próxi­mo é a vitória. O objectivo do MPLA é participar nas eleições gerais de 2012 “e vencê-las”, fri­sou o líder do maior partido de Angola. José Eduardo dos San­tos exortou, por isso, os militan­tes a começarem a analisar os documentos para o próximo con­gresso extraordinário, marcado para este ano.

“Importa agora começar, desde já, a analisar os documentos para o próximo Congresso Extraordinário que aprovará as orientações gerais para o partido se preparar para par­ticipar nas eleições gerais de 2012, e vencê-las”, disse José Eduardo dos Santos, na sessão de abertura da reunião do Comité Central do MPLA, que se reúne pela terceira vez em sessão ordinária desde que foram eleitos os seus membros no congresso de 2008.

O líder do partido disse que o MPLA está a apostar na educação dos seus militantes e revelou que o Bu­reau Político concebeu e aprovou um novo sistema de formação políti­ca e ideológica que “possibilita mi­nistrar os conhecimentos teóricos e dar a conhecer as experiências e boas práticas que devem orientar a acção ou servir como referência para o trabalho do partido”.

Esses conhecimentos teóricos adquiridos “podem igualmente ser­vir de base para as análises e refle­xões sobre a nossa realidade e so­bre os acontecimentos mais mar­cantes da actualidade”. Direcção do MPLA aprovou também “estratégias de crescimen­to” das fileiras do partido e recomen­dou “a melhoria das condições de trabalho ao nível das estruturas inter­média e de base do partido, para que o enquadramento -do militante seja um facto com reflexos na nossa ca­pacidade de mobilização”, acres­centou José Eduardo dos Santos.

Combate à fome e pobreza
O presidente do MPLA anun­ciou para os próximos dias a reali­zação de seminários nacionais sobre desenvolvimento rural integra­do, combate à fome e à pobreza e à organização e funcionamento do poder local. O objectivo é, como referiu Jo­sé Eduardo dos Santos, articular e cooperar melhor os agentes da ad­ministração local e entre estes e a so­ciedade civil na realização das tare­fas locais referentes à produção lo­cal, ao comércio rural e transportes, à municipalização dos serviços de saúde e da educação e ao tratamento dos assuntos da energia, agua e for­mação profissional.

José Eduardo dos Santos assu­miu estes desafios como uma “ac­tividade de grande interesse para os responsáveis das organizações de base, dos comités e dos órgãos intermédios do MPLA”. O presi­dente José Eduardo dos Santos de­fendeu, por isso, que devem ser to­madas as providências para a parti­cipação activa dos militantes do partido no processo de preparação e realização.

José Eduardo dos Santos anun­ciou, igualmente, a realização de um seminário sobre planeamento e estatística e sobre a gestão do Orça­mento Geral do Estado para qua­dros do poder central e local. O propósito é indicou José Eduardo dos Santos, actualizar conhecimentos sobre as normas metológicas para a elaboração dos planos e programas e sobre os procedimentos e boas práticas de execução financeira dos orçamentos. José Eduardo dos Santos reafirmou que a aprovação da Constituição da República foi um “ acontecimento histórico”por se tratar de um documento reitor original e de acordo com a história e a realidade actual” de Angola. O Presidente lembrou que a aprovação da Cons­tituição “obrigou uma grande ma­ratona legislativa” para adaptar as leis anteriores ao novo quadro ju­rídico-constitucional e assim pos­sibilitar o surgimento de um siste­ma de Governo “mais funcional e mais dinâmico”.
 
No processo de adaptação das leis ao novo quadro jurídico consti­tucional, disse o Presidente, estão integradas uma série de acções me­didas a cabo com vista à moraliza­ção do exercício da actividade polí­tica, à melhor capacitação dos qua­dros e dirigentes e à normalização da vida económica e social do país.

Prioridades para este ano
José Eduardo dos Santos subli­nhou que o Executivo, no ano pas­sado, “levou a cabo um elevado nú­mero de realizações no domínio económico, social e de reabilitação e desenvolvimento de infra-estru­turas” e que para 2011 “tem um vasto programa de trabalho” com “prioridades bem definidas”.
O presidente citou mesmo as prioridades que “estão também em carteira” para o presente ano: “A reforma do Banco Nacional de An­gola e reforço do sistema bancário, a reforma das finanças públicas e da legislação sobre o investimento privado; A reforma fiscal, em par­ticular e a tributária em geral; A re­forma do Sistema Nacional de Es­tatística e do Planeamento; A re­forma do Sistema de Comércio Externo e Interno; A reforma do Sector Empresarial Público; A or­ganização do Mercado de valores Mobiliários; A reforma Judicial; A reforma do Sistema de Defesa e Segurança Nacional; A reforma Administrativa”.

“Estas são tarefas que o nosso partido deve continuar a acompa­nhar, a par do esforço que desen­volve parasse adaptar as novas nor­mas estatutárias estabeleci das pelo VI Congresso Ordinário, para con­cluir as tarefas inacabadas constan­tes do Plano Geral de Actividades do Partido para 2010 e para execu­tar o Plano Geral de Actividades para 20 11 “, concluiu o líder do par­tido dirigente de Angola.

Famílias desalojadas pela a Chuva estão a receber bens alimentares

 

Pelo menos 1.247 pessoas desalojadas pelas chuvas que caíram a semana passada no município de Quimbele, 289 quilómetros da cidade do Uíge, sede capital da província, receberam da direcção provincial do Uíge do Ministério da Assistência e Reinserção Social (MINARS) bens diversos ..


Constam entre os bens entregues pela directora provincial daAssistência e Reinserção Social, Adelina Pinto Figueiredo, na presença do vice-govemador para a Organização e Serviços Técnicos, Nazário Vilhena, chapas de zinco, reservatórios de água, muletas, roupas usadas, cobertores, utensílios de ‘cozinha (panelas, canecas e talheres), entre outros bens.

 

O administrador municipal de Quimbele, Joaquim Vumbi, agradeceu o gesto do MIN ARS, adiantando que o mesmo vai colmatar as dificuldades com que se debatem aquelas famílias.

 

Por sua vez, a directora provincial do MINARS, Adelina Pinto, lembrou que a chuva destruiu infra-estruturas, principalmente casas, em cinco municípios da província, nomeadamente Negage, Sanza Pombo, Dange Kitexe, Cangola e Quimbele, tendo desalojado mais de três mil pessoas.

 

Adelina Pinto anunciou a existência de um plano de distribuição de bens alimentares e não alimentares nos próximos dias às populações afectadas pelas chuvas.

 

AAngop soube, de fonte da administração municipal de Quimbele, que a chuva desalojou 1.247 pessoas, destruiu nove infra-estruturas administrativas, com destaque 4″ para o edifício da administração 10- vi cal e o Comando municipal da Polícia Nacional. A chuva, que caiu durante três horas sem cessar, acompanhada de granizo e fortes ventos, dó destruiu igualmente oito igrejas, seis estabelecimentos comerciais 47 postes de iluminação pública, vila e oitenta residências.

 

O município de Quimbelc dista 289 quilómetros do Uíge, com uma população estimada em mais de 200 mil pessoas e potencialmente agrícola .

 

Núcleo dos engenheiros do Huambo esta preocupado com a desmataçao

O núcleo da Ordem dos Engenheiros de Angola no Huambo mostrou-se preocupado com o aumento da desmatação na província, por considerar uma das causas principais da degradação do ambiente e dos solos.

Numa palestra realizada na terça-feira, no município do Londuimbali, o engenheiro Anaz Vidro disse que o derrube das árvores pode comprometer as gerações vindouras, com a criação de efeitos negativos na atmosfera.

“Devemos mobilizar a sociedade, nas aldeias, onde a prática de abate de árvores para o fabrico do carvão é maior”, afirmou o especialista. Anaz Vidro referiu ser necessária a criação de um elo de ligação entre o núcleo da ordem e as autoridades locais, de modo a que possam participar também no desenvolvimento do município.

 

Na ocasião, o orador André Njamba aconselhou a população, autoridades tradicionais, educadores e responsáveis de outras instituições sociais para ajudarem a combater o abate indiscriminado de árvores, tendo em conta as suas consequências no futuro.

 

Para inverter o quadro, disse, é dever de todos a reposição e o maneio florestal, colocar em prática a legislação protectora, com a criação de reservas florestais, bem como a protecção total e exploração da floresta de I uma maneira racional e controlada. “Devemos tomar medidas exactas para oferecer alternativa aos produtos obtidos pela desflorestação e dar a conhecer a todos o que é a desmatação e as suas consequências”, alertou.

 

O administrador municipal, Evaristo Lucas Ulombe, disse que o abate anárquico de árvores tem sido um problema sério na circunscrição e urge a necessidade de se pôr cobro à actividade. “O aquecimento global deve-se em grande parte às queimadas e abate indiscriminado de árvores. Deve-se encontrar mecanismos para se acabar com essas práticas”, disse.

 

Água mineral” Alto Hama”  

O responsável da empresa de enchimento de água mineral “Alto Hama”, Hermany Gustavo de Almeida, disse que a unidade fabril entra em funcionamento em Março de 2011 e também vai produzir sumos, na localidade do Alto Hama.

 

Segundo Hermany Gustavo de Almeida, a fábrica está orçada em , 12 milhões de dólares norte-americanos e tem a capacidade para encher 30 mil garrafas de meio litro por hora, no primeiro ano. “Vamos aumentar o caudal para a captação de mais água e ter maior capacidade produtiva”, afirmou.

O projecto engloba engarrafamento e produção de sumos e construção de um hotel com quarenta quartos. Hermany Gusta, de Almeida realçou que a fábril vai empregar, de Março a Junho, mais de 30 trabalhadores e passa} a 130, no quarto semestre de 2011.  

 

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