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OGE investimens Públicos & Transparência

Só serão permitidas despesas cabimentadas no OGE

A Ministra do Planeamento, Ana Dias Lourenço, reco­mendou os órgãos da admi­nistração central e local do Estado a serem rigorosos na gestão dos recur­sos financeiros públicos e a realiza­rem somente despesas previstas no Orçamento Geral do Estado (OGE).

A dirigente deu essa orientação quando discursava no acto de encer­ramento do Seminário Nacional so­bre Sistema de Planeamento, Sistema Estatístico Nacional e Orçamento Geral do Estado, organizado pelo ministério que dirige.

“Aos secretários gerais muito ri­gor e atenção para que possamos di­reccionar os recursos somente para aquilo que está efectivamente orça­mentado”, recomendou a ministra, acrescentado que é importante a cabimentação da despesa.

Disse também ser importante transmitir aos operadores, prestado­res de serviços e empreiteiros que trabalham com instituições públicas que a nota de cabimentação é uma obrigação legal e que só podem for­necer bens ou prestar serviços com a existência desse documento.

Segundo a governante, muitos operadores e fornecedores de bens prestam serviços mesmo sem a nota de cabimentação.

“Temos consciência que muitos operadores não têm exigido nota de cabimentação. O grande desafio é efectivamente esse e esperamos para os próximos dias muito trabalho”, afirmou

Administradores locais devem depositar receitas

Todas as receitas provenientes de taxas, de licenças, de multas cobradas pelos órgãos e serviços da administração local devem ser obrigatoriamente depositadas na Conta Única do Tesouro, através do Documento de Arrecadação de Receitas (DAR), informou Quarta feira, 26, em Luanda, Domingos Júlio Inácio, da Direcção Nacional de Impostos do Ministério das Finanças.

O técnico explicou que as receitas arrecadadas por essas entidades devem ser encaminhadas às repar­tições fiscais da área de jurisdição sob rubrica ”

Receitas de Serviços Co­munitários”, de acordo com a norma expressa num Decreto Presidencial (Dec-pres. N° 307/10).

A violação dessa nor­ma pelos órgãos das admi­nistrações locais, segundo Domingos Júlio Inácio, acarreta responsabilidade civil e criminal.

Questionado sobre os objectivos e benefícios da norma, a fonte afirmou que ela visa evitar que ha­jam dois orçamentos em paralelo, que as receitas arrecadas pelos diversos serviços e órgãos da admi­nistração local sejam usa­das sem o controlo do Ministério das Finanças e também por serem receitas públicas e não pri­vadas.

Quanto às garantias da aplicação da norma, referiu que é necessário que os órgãos de fiscaliza­ção locais façam o contro­lo periódico da actividade financeira dos governos provinciais, municipais e comunais.

Relativamente às ale­gações segundo as quais as receitas dos serviços prestados nessas institu­ições são para a aquisição de materiais gastáveis, como papéis e outros bens, deu a conhecer que as administrações locais devem prever nos seus orçamentos essas despe­sas, contudo, acrescen­tou, se as receitas previs­tas forem insuficientes para cobrir as despesas, tais valores depositados são repostos à origem conforme a necessidade apresentada.

Por outro lado, infor­mou que as receitas fiscais referentes à exploração petrolífera nas províncias de Cabinda e do Zaire, cujo valor é fixado no Or­çamento Geral do Estado (OGE), é uma das fontes de financiamento dos or­çamentos dos Governos provinciais e das adminis­trações municipais das respectivas províncias, cu­jos valores são disponibi­lizados mensalmente nos respectivos planos de Caixa.

A mesma realidade, segundo o interlocutor, verifica-se nas receitas fis­cais dos diamantes, em que são atribuídas às pro­víncias da Lunda Norte, do Sul e do Moxico, anualmente, 10 porcento do imposto de rendimen­to e 10 porcento do im­posto de produção; pro­venientes da exploração diamantífera, realizada nos territórios, devendo os referidos recursos fi­nanceiros serem disponi­bilizados mensalmente nos respectivos planos de caixa.

Carlos Feijó Explica como governo chegou à proposta orçamental de 2011

O ministro de Estado chefe da Casa Civil da Presidência República, Carlos Feijó, explicou na Segunda-feira, 17, os pressu­postos pelos quais o Governo adoptou a proposta de OGE que em Dezembro acabou aprovada pela Assembleia Nacional, o par­lamento angolano.

Ao falar num encontro trimes­tral com a imprensa, instituído no quadro de uma iniciativa de transparência vigente desde Mar­ço do ano passado, Carlos Feijó apresentou o balanço da execução do OGE de 2009 e a elaboração e aprovação do relativo a 2011 como factos relevante da política económica e financeira do Estado angolano durante ano passado.

Segundo o ministro chefe da Casa Civil, os pressupostos para a elaboração do orçamento geral do Estado para 2011, assentaram essencialmente na necessidade de se manter a inflação controlada a um determinado nível.

«Neste ano, um dos pressupos­tos para a elaboração do Orça­mento Geral do Estado foi justa­mente que se definisse a inflação anual para 2011 em 12 por cento», revelou Carlos Feijó, acrescen­tando terem as autoridades con­siderado que «era realista apre­sentarmos este pressuposto, isto é, 12 por cento como meta para a inflação» e que foi a partir des­ta e outras metas que o Governo submeteu à Assembleia Nacional a sua proposta orçamental.

Outros pressupostos que po­dem ser encontrados no estabe­lecimento do quadro macroeco­nómico do Orçamento Geral do Estado, indicou, estão relaciona­dos com a expectativa da obten­ção de uma taxa de crescimento do PIB de 7,5 por cento e de um excedente orçamental ordem dos 3,5 por cento.

De acordo com Carlos Feijó, um tal excedente pode vir a ser conse­guido por via de uma redução das despesas orça mentais determina­da «muito em função» do facto de o Governo ter que «compatibili­zar» os seus gastos com compro­missos estabelecidos com o Fundo

 outras premissas para a pre­visão orçamental de 2011 estão relacionadas com a conclusão de um estudo pelo qual o Governo pretendeu clarificar as questões ligadas à formação dos preços em Angola.

De acordo com o ministro che­fe da Casa Civil, tal estudo procu­rou determinar por que razão os preços em Angola são demasiada­mente altos se comparados com outros países.

Em adição a isso, anunciou, «fez-se um estudo completo e aprofundado» sobre as causas da inflação em Angola, em que se

Uma inflação de demanda asso­ciada a criação de moeda, ou se estamos diante a uma inflação de custos ligados à oscilação ou volatilidade dos preços das prin­cipais mercadorias importadas ou até mesmo da guerra cambial entre o euro e o dólar.

O ministro chefe da Casa Ci­vil disse que a conclusão a que se chegou e na base da qual as­sentou todo o trabalho de ela­boração do Orçamento Geral do Estado e até de todo exercício macroeconómico, «apontou para o facto de, em Angola, estarmos a viver uma situação em que é

Desenvolvimentos relativos à in­flação foram influenciados pela esterilização dos impostos pe­trolíferos no sistema bancário e também «pelo uso adequado das reservas obrigatórias [dos bancos comerciais no banco central], que ajudaram como instrumentos de políticas monetárias, a combater a inflação».

«Nós, com este mecanismo de esterilização, vamos procurar fazer dele se não mesmo a pedra de toque de todo nosso exercício do combate a inflação, uma vez que a experiencia de Dezembro

Embaixada em França, além das representações comerciais na África do Sul ena Bélgica, respectivamente.

Para os próximos dias, o Tribunal de Contas propõe-se dar parecer à Conta Geral do Estado, assumido e, reafirmado pelo seu presidente, Ju­lião António.

Empréstimos Excessivos descontrolam finanças Angolanas

O produto Interno Bruto do país é de 80 mil milhões de dóla­res e mais de 40% deste valor está com­prometido com a dí­vida interna e externa do país caso interno, prende-se com os atrasados com empresas de constru-ção civil e prestação de serviços.

Recentemente, o Executivo re­velou o pagamento das dívidas do Estado às empresas, que em s 2010 foram avaliadas em mais de E 3 mil milhões de dólares.

Foi feito o pagamento da dívida certificada e validada, dentro n dos critérios que foram anunciados aos credores. A maior fatia

do montante diz respeito às construtoras, e as portuguesas eram mais afectadas, sendo de cerca de 2 mil milhões de dólares a dívida calculada em meados de a 2010.

Os compromissos assumidos foram integralmente cumpridos, sendo que o Orçamento Geral do Estado (Oge) para 2011 prevê a cobertura financeira para, no pri­meiro trimestre, pagar o rema­nescente em falta, em dinheiro, ou ainda através de títulos.

Com as empresas que recebe­ram parte do que tinham direito ficou acordado que, no primeiro trimestre deste ano, seria feito o pagamento da parte restante, sob ( a forma de títulos. Na programação financeira no Oge para 2.011 I está feita a devida cobertura paramentar os compromissos assumi o que preocupa o Governo neste momento é o limite da ca­pacidade que o Estado tem de endividamento externo, uma vez que o stock da dívida em relação ao PIB é elevado. “Temos uma dívida externa de mais de 30 mil milhões de dólares e o que nos preocupa é o tratamento desta dívida no quadro da capacidade de endividamento do Estado”, reconheceu, Carlos Feijó, minis­tro de Estado e chefe da Casa Ci­vil da Presidência da República.

Orçamento respeita princípios modernos

O orçamento Geral do Estado (OGE) angolano tem melhorado de qualidade e respeita os prin­cípios fundamentais de elabo­ração de um orçamento moder­no, afirma o economista Alves da Rocha.

Apesar das melhorias, o econo­mista disse haver ainda muitos as­pectos em torno do orçamento que precisam ser discutidas e aperfei­çoadas. Durante a sua dissertação sobre “O Processo de orçamentação pública em Angola”, proferida on­tem, na IV Semana Social Nacional sobre “Democracia e Participação”, promovida pela Conferência Epis­copal de Angola e São Tomé, Alves da Rocha disse que o orçamento é a peça central na política económica de um país, tendo em conta que ex­põe o seu plano financeiro.

Através do orçamento Geral do Estado, explicou o economista, é possível saber quanto o Estado pre­tende retirar do rendimento do ci­dadão para aplicar em empreendi­mentos e projectos que ajudem a criar condições para desenvolver a economia privada e melhorar as condições de vida da população.

De acordo com Alves da Rocha, o orçamento é um mapa previsional de receitas que o Estado prevê arrecadar e de despesas que prevê realizar num determinado período de tempo, com a devida aprovação pelo Parla­mento. O economista que e também professor universitário, disse que 75 por cento das receitas fiscais do país provêm do petróleo. A outra parte deriva dos impostos aduaneiros e do rendimento de trabalho e sobre o im­posto de consumo.

Do seu ponto de vista, o Governo tem de dar provas de uma aplicação correcta das receitas, realizando obras que contribuam para satisfa­zer as necessidades colectivas. “Tenho dúvidas se a melhor manei­ra de atender às necessidades colectivas e satisfazer utilidades so­ciais é o Estado aparecer como investidor em sectores típicos na iniciativa privada”, admitiu.

Na África do Sul, Botswana e na Namíbia a parceria entre o Estado e o sector privado deu bons resulta­dos, mas não há garantia de que em Angola também resulte. “Essas par­cerias têm resultado nos sectores de iniciativa privada, porque, coJ11o se sabe, a iniciativa privada em África é fraca por razões de natureza histó­rica, derivada do modelo colonial de exploração desses países, e por ra­zões ideológicas”, afirmou. O Esta­do tem outras áreas de intervenção, razão pela qual não precisa de apa­recer como investidor ou exercer as funções do investidor privado.

Controlo do orçamento

 

O economista defende a existên­cia de uma Conta Geral de Estado, para que se possa saber com todo o rigor como foi executado o orça­mento. Esclareceu que o relatório de execução orçamental que o Ministé­rio das Finanças apresenta no final de cada ano não tem nada a ver com uma Conta Geral de Estado. “A últi­ma Conta Geral de Estado foi publi­cada em 1974, ainda durante a ad­ministração colonial”, referiu.

Nos países de economia de merca­do e de liberdade económica, acrescentou, a Conta Geral de Estado é um documento que é julgado pelo Tribunal de Contas, cuja competên­cia é avaliar a execução financeira, de acordo com os tramites legais da execução e realização do OGE.

O tema apresentado pelo econo­mista Alves da Rocha constou do Painel de debate sobre “Orçamento público e participação”, onde tam­bém foram abordados outros sobre “Gestão e fiscalização pública em Angola”, “OGE e direitos humanos: passado, presente e futuro” e sobre “Garantias dos direitos económi­cos, sociais e culturais em Angola”.

 

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