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Workshop Urbano sobre Igualdade de Género em Luanda

Aos 26 dias do mês de Março de 2015, realizou-se, no Auditório do INAC em Luanda, o Workshop de reflexão sobre o impacto das políticas da promoção da igualdade e equidade do género nas zonas peri- urbana. O encontro, promovido pela Development Workshop, em parceria com as Redes de Desenvolvimento do Género de Cazenga, Sambizanga, Kilamba Kiaxi, Viana, contou com a presença de Representantes das Administrações, distritais e Municipais de Luanda; Representante dos Ministérios nomeadamente: MINFAMU, Comercio, MINARS respectivamente, bem como representantes das corpo das Embaixadas dos Estados Unidos da América, Noruega, e Suécia, representantes da USAID, representante do grupo das Mulheres Parlamentares, representante da OMA representante das organizações da Sociedade Civil, representantes das igrejas, Instituições académicas, as medias nomeadamente: Angop, Zimbo TV, TPA, UNIA e RNA e pessoas individuais da comunidade.

 

O encontro teve como finalidade:

  • Avaliar e Analisar o impacto das politicas da promoção da igualdade e equidade do género, na vida das mulheres nas zonas peri- urbana de Luanda, tendo em conta os actuais constrangimentos e os próximos desafios. 

O evento contou com a presença de 85 participantes, e teve como mestre de cerimónia
Sra Teresa Quivienguele e Margareth Nanga esteve a cargo de Moderadora do Evento. A mesa de presídio para abertura do evento foi composta por Sr. João Domingos, Gestor do Sector de Governação da DW, ladeado pela Sra. Serafina Miguel, Deputada e pela Sra. Manuela Amaral Representante do Ministério do Comercio.

Foram abordados vários temas relacionados com a igualdade e equidade do género, a destacar:

  • Igualdade do género para um desenvolvimento sustentável nas zonas peri urbanas de Luanda, pela Sra Delma Monteiro Consultora Independente;
  • Lei contra violência Domestica e sua aplicação, pelo Dr. Pedro Caparacata
    Advogado;
  • Direitos sócio-económicos das mulheres, pela Dra. Constância Sousa da Kixi-crédito

As apresentações dos temas foram seguidas de uma sessão de perguntas e respostas
que permitiram uma interacção produtiva entre os participantes que no final chegaram as seguintes conclusões e recomendações:

Conclusões

  • Os órgãos da comunicação social, no âmbito da sua função, deveriam estabelecer dentre as suas prioridades a divulgar a informação sobre a lei contra violência doméstica, visando a transformação da consciência dos cidadãos a tomarem a peito as questões do género.
  • As igrejas no âmbito do seu papel de evangelização, tem a responsabilidade de mobilizar e sensibilizar as famílias de poderem tratar questões de igualdade e equidade do género, olhando as responsabilidades de cada um no seio da família.
  • O Estado, e fundamentalmente os deputados da Assembleia Nacional devem no âmbito das políticas de promoção do género, levar uma discussão alargada sobre a actividade de venda das mulheres que estão no sector informal.
  • Há necessidade de se reforçar as capacidades técnicas institucionais a nível dos municípios, na perspectiva do género, realizar acções de advocacia e sensibilização para promoção de igualdade e equidade na perspectiva do género.

O MINFAMU é encorajado a estabelecer uma relação alargada com organizações da sociedade civil e vários departamentos ministeriais igrejas, no sentido de divulgar com mais abrangência a lei contra violência domestica e a sua aplicabilidade.

Ana Campos – Apresentação dos Objectivos do Workshop

João Domingos – Sessão de Abertura
 

Delma Monteiro – Igualdade do Género para um Desenvolvimento nas Zonas Peri Urbanas de Luanda

Pedro Kaparacata – Lei Contra Violência Domestica e Sua Aplicação



Constância Sousa Silva – Direitos Sócio-Económicos das Mulheres






  

Francisco Kapalu Ngongo – Exploração Mineira e Estratégias de Actuação

O Francisco Ngongo. Doutorado em Estudos de Paz e Desenvolvimento, pela Universidade de Bradford, centrou a sua abordagem em torno da Exploração Mineira e Estratégias de Actuação, trazendo uma análise a volta aos resultados na pesquisa em que a sua organização tem estado a levar a cabo a nível dos países e regiões onde actuam, e para reflectir também nas questões como as políticas de implementação, as estratégias do governo para o sector mineiro, o código mineiro angolano, suas vantagens e desvantagens, o impacto da exploração mineira nas comunidades, principalmente os seus efeitos em questões ambientais. Que por sua vez, o longo de muitas décadas a extracção mineral (Pedreiras, lavras e mineradoras), têm se firmado como uma actividade que, além de gerar empregos e ser fonte extra de renda para pequenos proprietários rurais, sobretudo nas localidades onde não há desenvolvimento ou perspectivas de melhoria social, também é uma actividade que causa enormes impactos ambientais, muitos destes irreversíveis.

A exploração mineral em si, já é uma actividade não sustentável, ou seja, o que foi extraído nunca mais será reposto, e existem procedimentos que têm que ser utilizados para minimizar o impacto ambiental da actividade, como cobertura vegetal, preservação de cursos d’água e da paisagem cénica, manutenção da flora e da fauna da região, controle sobre poluição sonora e disposição de rejeitos, etc.

Os efeitos ambientais estão associados, de modo geral, às diversas fases de exploração dos bens minerais, como à abertura da cava, (retirada da vegetação, escavações, movimentação de terra e modificação da paisagem local), ao uso de explosivos no desmonte de rocha (sobrepressão atmosférica, vibração do terreno, ultra lançamento de fragmentos, fumos, gases, poeira, ruído), ao transporte e beneficiamento do minério (geração de poeira e ruído), afetando os meios como água, solo e ar, além da população local.

A imagem um tanto negativa desta actividade junto da sociedade em geral, sobretudo nas últimas décadas, deve-se sobretudo aos profundos impactos que ela pode ter no ambiente (sobretudo os negativos) e que têm sido a causa de numerosos acidentes ao longo dos tempos. Por último, não nos podemos esquecer que a capacidade desta actividade em fornecer à sociedade os materiais que esta necessita não é infinita, pois muitos dos recursos minerais explorados são, pelo contrário, bastante finitos.


Ermelinda Liberato – Tribalismo e seu Impacto no Desenvolvimento Social

Racismo em Angola pela Ermelinda Liberato

Ermelinda Liberato, centrou a sua abordagem em torno do Tribalismo, desmistificação de conceitos como raça, miscigenação, mestiços e outras conotações utilizadas para justificar a política de colonização, e que de certa forma apresentam um impacto no desenvolvimento socio-cultural das populações, acabando por moldar a cultura angolana, sendo recorrentemente ainda utilizados no quotidiano actual. Ermelinda Liberato foi doutorada em Estudos Africanos pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e Empresa no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), e Professora de Sociologia pela Universidade Agostinho Neto (UAN). 

1st National Meeting of Geosciences – May 2015

The 1st National Meeting of Geosciences, and diversification of the economy will be held in the second half of May 2015. Students and professionals related to earth science will be invited to the round-table to speak on the Planageo initiative, the diversification of the economy and concerning legislation the need to regulate the minerals and aggregates market. In the environmental field, ensuring the compliance of mining and environmental protection; in the field of licensing and registration, promoting transparency in the licensing process; improving the licensing and registration of the georeferenced mineral resources of the country.

Cuvelai Basin – Improved Resilience and Climate Governance

Over the last four years, the Cuvelai Basin caught the headlines due to extensive flooding. The Cuvelai is a very specific water system, unlike any other in Southern Africa. Little is still known about this system, one of the most heavily affected by climate change in the whole region. To date there is only one publication that attempted a comprehensive approach towards understanding the water flows of the Cuvelai and their impact on human settlements and activities (Development Workshop 2011).

The project to improved resilience and Climate Governance in Angola’s Cuvelai Basin is supported by USAID in collaboration with World Learning. The goal of this project is ‘to strengthen the ability of communities living in the Cuvelai Basin to reduce climate-related risks.’

Since 2013 the project is supporting the communities in the Cuvelai Basin in adapting to climate change through integrated Disaster Risk Reduction (DRR) training, planning, implementation and advocacy. The objective of the project is  to reduce  human and economic loss related with extreme weather conditions, with a focus on the approximately 260.000 people that live in the most flood affected areas of the Basin’

The target population of this project is the approximately 260.000 people in the major towns and rural areas mostly affected by flood waters, in the Central Drainage Area, Cuvelai Delta, Cuvelai River Basin and Shana Zone (see annex 6 for maps) being part of the municipalities of Cuanhama, Ombajda, Namacunde, and Cuvelai.

The results of the project are:

  1. Production of detailed flood risk map of the Angolan part of the Cuvalei Basin
  2. Completed development of participatory flood prevention plans in 4 of the most vulnerable communities and raised general awareness of DRR against floods, droughts and pests
  3. Successful establishment of a flood early warning system in collaboration with Cunene provincial authorities and Namibian counterparts
  4. Raised public awareness on DRR and better information for policy-making

Some of the most important changes brought by this project include:

a) Improving public infra-structure spending
b) Orient land use and land use planning
c) Give people time to react to natural disasters

DW is the coordinating agency of this project, but the local partner is the Provincial Civil Protection Agency of the Government. Information and capacity are being transferred to local government and non-government institutions to create capital at the provincial level and guarantee sustainability and continuity of the activities initiated by this project.

Inundações e secas na Bacia do Cuvelai

Report on the 2014 Cuvelai

 

 
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