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Ocupando casas, construindo direitos: Mulheres na habitação informal em Lisboa

A discussão abordou a ocupação de garras e os direitos das mulheres na habitação informal, com foco na pesquisa da doutora Sayo sobre a luta das mulheres por habitação em Lisboa. Ela destacou a informalidade habitacional e o papel das mulheres nas lutas urbanas, conectando essas questões à realidade de Angola. A apresentação foi seguida por um espaço para perguntas, enfatizando a relevância do tema diante dos desafios habitacionais previstos para 2025.

Apresentou a grave crise habitacional em Portugal, onde os preços das casas aumentaram significativamente, tornando a habitação inacessível para muitos. Ele mencionou que, com um salário mínimo de 870 euros, as rendas mensais variam entre 800 e 1.400 euros, levando ao aumento das ocupações não autorizadas como resposta à falta de soluções habitacionais. A informalidade na habitação em Lisboa reflete uma realidade semelhante à de Luanda, com mulheres de baixos rendimentos enfrentando uma carga tripla de trabalho e a responsabilidade de cuidar da família em meio a essa crise.

Mobilidade Urbana e Justiça Climática

O debate focou na interseção entre mobilidade urbana e justiça climática, com a participação de Inésia Marques, que destacou a importância de garantir a dignidade e os direitos das pessoas nas cidades. Ela enfatizou que a mobilidade não se resume ao deslocamento, mas envolve a segurança e a eficiência das infraestruturas urbanas. O crescimento desordenado das cidades tem dificultado o acesso a serviços essenciais, afetando principalmente as comunidades periféricas, que enfrentam desafios significativos devido à precariedade das infraestruturas e à falta de políticas públicas integradas.

Climática

Avanços e desafios das políticas de apoio ao empreendedorismo Juvenil em Angola

O debate focou nas políticas públicas voltadas para o empreendedorismo juvenil em Angola, destacando a heterogeneidade da juventude e os desafios enfrentados, como o desemprego e a precariedade do trabalho. O doutor Rafael Aguiar enfatizou a necessidade de políticas que considerem as realidades dos jovens, que muitas vezes são excluídos dos programas de fomento. A pesquisa apresentada revelou que a maioria dos jovens não tem conhecimento sobre as oportunidades disponíveis e enfrenta barreiras como burocracia excessiva e falta de capital social. A discussão também abordou a importância de incluir a voz dos jovens na elaboração de políticas, que muitas vezes favorecem grupos privilegiados.

JUSTIÇA CLIMÁTICA HOJE E FOCO NA MIGRAÇÃO CLIMÁTICA

O espaço Debate à Sexta-Feira teve a honra de convidar o Dr. Michel Gelobter, Diretor Executivo inaugural do Centro Yale para a Justiça Ambiental e um conselheiro sénior na Google X. A sua carreira é diversificada, abrangendo os setores privado, público, governamental e sem fins lucrativos, com um foco central na inovação, alterações climáticas, energia e justiça social.
A sua abordagem centrou-se sobre as questões mais importantes da justiça climática hoje, com foco particular na migração climática e em Angola.

Mercado habitacional em Angola: desafios e oportunidades

O debate abordou a situação do mercado habitacional de arrendamento em Angola, destacando os desafios enfrentados pela população, como a alta porcentagem de angolanos vivendo em condições inadequadas e a dificuldade de acesso à casa própria, especialmente para os jovens. O doutor Augusto Fernando apresentou dados que mostram que 44% da população vive em condições precárias e que a maioria prioriza a alimentação em detrimento da habitação, devido a rendimentos baixos. O mercado de arrendamento informal foi identificado como uma alternativa para os jovens, que enfrentam dificuldades financeiras.

Durante o debate, foi discutido que a maior parte da população angolana reside em áreas rurais, onde a maioria possui casa própria, enquanto nas áreas urbanas a informalidade no arrendamento é alta. A falta de regulamentação e a preferência dos investidores por títulos do tesouro em vez de imóveis foram mencionadas como barreiras ao desenvolvimento do mercado de arrendamento. A necessidade de implementar regulamentos que limitem os valores de aluguel e atendam famílias de baixa renda foi enfatizada, embora houvesse preocupações sobre o impacto disso na atratividade do mercado para investidores.

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