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Watch “Alexandra My Alexandra” Online

Alexandra, My Alexandra, directed by Norman Maake, is a 6 part historical documentary TV series on the history of Johannesburg’s Alexandra township that that aired on the South African Broadcast Corp (SABC1) starting March 17, 2014. The launch was timed to coincide with the centenary celebrations, marking 100 years since Alexandra’s first freehold plots were sold to Africans by Herbert Papenfus of the Alexandra Township Company. Based on the book, Alexandra, A History, by Noor Nieftagodien and Philip Bonner (Wits University Press 2008), the documentary series charts the history of the township from 1912 to the present day, over six one hour episodes. Billed as ‘a history told from below’ a host of Alexandra residents, past and present provide the stories through which the township’s epic struggle for survival and for human dignity can be understood. A boxed DVD set is available, along with online educational resource, to order please contact Uhuru Productions.

Enter this password to watch each video: 1912

EPISODE 1

 

EPISODE 2

 

EPISODE 3

 

EPISODE 4

 

EPISODE 5 AND 6: coming soon

Mónica Wang – Construção Chinesa do Cidade de Kilamba Kiaxi e a Acção Social da CITIC em Angola

O debate apresentado pela Sr.ª Mónica Wang Diretora do Departamento de Acção Social da CITIC e traduzido pela Srª Eva teve como tema da “Construção Chinesa do Cidade de Kilamba Kiaxi e a Acção Social da CITIC em Angola”. Falou-se neste debate dos projetos em curso como Projeto Kilamba Kiaxi e projectos urbanisticas em outros provincias. A empresa tem 20.000 trabalhadores 15.000 são Angolanos 30% técnicos supervisionados. A empresa forma quadros angolanos em agricultura 16 técnicos estão na China e pretende-se criar mais áreas em hotelaria, arquitetura, eletricidade e marcenaria, é o principal patrocinador da Federação Angolana de Ténis de Mesa onde formam jogadores na China.

A empresa vai criar o primeiro Instituto Confúcio em Angola na Universidade Agostinho Neto e darão bolsas aos melhores estudantes, com estudo de línguas chinesa, línguas nacionais e aulas de laboratórios. A CITIC vai criar centro de formação de quadros em parceria com o MAPESS,GPL e o Centro BN que localizar-se-á na cidade do Kilamba com abertura para o mês de Abril. De salientar que na primeira fase só compreenderão cidadãos do sexo masculino com idade entre16 aos 23 anos de idade. Das dúvidas expostas pela plateia destacam-se “ Qual a qualidade das obras feitas pela CITIC­? Porque que no centro so haverá cidadãos do sexo masculino porque os mulheres sao excluidos?  Mónica Wang tem um Master of Public Administration in International Development, Tsinghua University. Para mais informacoes, email: tavichimbili@gmail.com

Apresentação por Mónica Wang:


  Mónica Wang e seu intérprete Eva

 

Perguntas e
Respostas durante o debate

 
Debate:

 


De grupo de participantes

 

 

Workshop Sobre Financiamento Habitacional em Angola

Workshop Sobre Financiamento Habitacional em Angola que teve lugar em 13 março de 2014. Participantes: Gregor Binkert (director, Banco Mundial), Ana Maria Carvalho (gestor, Banco Mundial), Allan Cain (director, Development Workshop), Joaquim Catinda (director, KixiCredito), Joel Daniel Muzima (AfDB/BAD), Cleber Corrêa (APIMA), David Castelo (HabiTerra), Helga Silveira (DW), Cláudio da Silva (oficial, KixiCredito) e Lucas Gomes (DW).

A apresentação e abordagem, estiveram na base das seguintes questões:
1. Existe um potencial de expansão do mercado de financiamento habitacional em Angola?
2. Quais são os principais problemas, os obstáculos e desafios no mercado imobiliário angolano?
3. Qual é o papel do Estado, o sector privado, as cooperativas e sociedade civil no setor de financiamento habitacional?
4. Quais são as suas recomendações para melhorar o acesso ao financiamento habitacional por grupos pobres e vulneráveis?
5. Que tipo de informação é que o setor privado precisa para melhorar o seu acesso ao mercado de financiamento habitacional?


Gregor Binkert, Banco Mundial – Introdução


Photo: Ana Maria Carvalho, Gregor Binkert, Allan Cain


Allan Cain, Development Workshop – Sobre a tema Financiamento Habitacional em Angola


David Castello, HabiTerra – Revisão da literatura

 


Cleber Correa, Associação dos Profissionais Imobiliários de Angola (APIMA) – Em cinco perguntas


Joaquim Catinda, KixiCredito – Em cinco perguntas


Joel Muzima, African Development Bank – Em cinco perguntas


Claudio da Silva, KixiCredito – Em cinco perguntas


Debate e conclusões

 

Resumo da Abordagem: Principais problemas e obstáculos do sector imobiliário: burocracia, acesso á terra, fraco envolvimento de Bancos no processo de financiamento habitacional para pessoas que não têm capacidade financeira de comprar casas. A política do estado em relação as soluções habitacionais, está focado na criação de condomínios verticais e na expansão urbana comercializada. O projecto nacional para habitação, faz parte de uma estratégia de desenvolvimento que visa criar mais concorrência no mercado imobiliário. O fundo de fomento habitacional, foi criado com a intenção de ajudar a população de baixa renda, através de compra e arrendamento de casas e apoio das cooperativas habitacionais e como também o financiamento da construções de autoconstrução, o fundo é financiado pelo OGE.

O existe facilidade de investimento externo no mercado nacional sobre financiamento habitacional acessível em Angola, que permite o crescimento do PIB de Angola. Existe um potencial de expansão do mercado de financiamento habitacional em Angola, porque temos cada vez mais uma conquista financeira da população, formação profissional da população e um investimento externo no país, ANIP anunciou que dos 7 bilhões de investimentos no país, apenas 2 bilhões são do sector petrolífero e 5 bilhões provenientes de outros sectores, mostrando a tendência crescente do sector não petrolífero, com isto resume-se que existe potencial na expansão do mercado de financiamento habitacional em Angola.

China é o maior ator do sector imobiliário em Angola, segundo ANIP China continua sendo o maior parceiro de investimento do sector imobiliário, com cerca de 180 projectos no país, os dados da ANIP demonstram que 147 destes projectos estão no sector de construção, e isto representa cerca de 75% de investimento Chinês em Angola, que alcança 532 bilhões de kwanzas. Desde que o momento em que se dá proteção ao Banco para acesso de financiamento, cria-se um ambiente jurídico favorável no país e os Banco vão fora do país (Europa, América, China, etc.) para atraírem novos investidores a investirem no país.

Nem o Estado, nem as ONG´s tem máquina para fazer dinheiro, o dinheiro tem que vir do sector privado, através dos Bancos, aonde ocorre o financiamento para às outras classes. O executivo esqueceu-se de que não existe mercado imobiliário sem envolvimento de bancos por trás, para a criação de políticas habitacionais eficazes. As empresas vocacionadas ou competentes em estudos, como a DW por exemplo e outros deveriam fazer um estudo para somar cadeia de valores; Um dos estudos importantes que se deveria ser priorizado e não pode ser esquecido é de mostrar que é muito caro reconverter áreas clandestinas em áreas urbanizadas. Desqualificar o invasor de camponeses, pois o camponês tem a sua posição como camponês, carente e sem influências de contra pôr em situações do poderio do estado, como: processos de aquisição de terrar e habitação social, pois por trás disso existem grupos de invasores que são por parte são protegidos por pessoas do estado e que também têm parentes envolvidos nisso.

Para disponibilizar créditos a pessoa jurídica ou singular, os bancos devem estar protegidas, porque os bancos são instituições que sobrevivem de lucros e se não houver lucros eles falhem. É preciso houver uma lei sobre hipoteca; Porque lei carrasca é de proteger a hipoteca (banco) e ninguém acessa ao crédito. Não tomar financiamento acima de 1.3% para proteger o próprio Banco, porque se dar crédito acima de 1.3% que é uma regra universal sobre crédito, o Banco perde pois haverá incumprimento por parte do tomador do crédito.

Para melhor controlo da dinâmica do sector privado é necessário e importante que haja estatísticas, pois se não houver estatísticas não haverá investidores e o sector privado precisa disso, e de salientar que será uma mais-valia que o Instituto Nacional de Estatística faça o senso ainda este ano, isto ajudará a revolucionar não só o sector privado, mas como o próprio sector público.

O sector da habitação é o maior potencial de financiamento á nível nacional. O BNA sendo o órgão fiscalizadora do sector bancário, deveria criar e divulgar uma lista de bancos que cedem créditos (fazer publicações mensais, trimestrais ou semestrais) e tinha que criar uma linha de crédito. Tudo o que é colocado nas mãos do Estado, demora muito e é ineficiente, porque pode ter competências para saúde, educação, etc; Mas certas questões sobre investimento tem que libertar para quem tem ambição nisso. Angola reconhece que pobreza é mau negócio, e que desenvolver dá mais dinheiro que fazer guerra.

DOWNLOAD PDF:


Dárdano dos Santos – A Liderança como Ferramenta de Trabalho nos dias de Hoje

No passado dia 7 de Março de 2014 decorreu mais um debate a sexta feira o 1º debate referente ao mês de Março. O debate teve como tema “A Liderança como Ferramenta de Trabalho nos dias de Hoje”. O tema foi apresentado pelo o Speaker, Director da Área de Mecenato & Negócio Institucional do Banco Atlântico de Angola, Dárdano dos Santos.

Inicialmente foi feita uma apresentação, em que foram abordadas questões como:

  • Definição de Liderança
  • Quem é um Líder
  • Origem da Liderança
  • Tipos de Liderança

Outra componente que nos foi apresentado no Debate foi quais as caracteristicas de liderança & Influência como parte integrante, que passo a citar :

Tipos de Liderança:

  • Rígidos
  • Totalitários
  • Flexíveis
  • Democráticas
  • Autoritários

Influência:

  • Conflitos Saudáveis
  • Separar a Função da Pessoa
  • Separar a autoridade do autarismo
  • Criar um legado

No que concerne ao debate uma das questões mais debatidas foi, que tipos de líderes teremos nos próximos tempos, quem serão os próximos líderes do mundo. Por fim foi deixado um apelo “O mundo forma líderes mais por vezes desvaloriza a maior força, que existe na formação de um líder e das organizações, que são os (Seguidores).

Dárdano dos Santos ja escreveu vários livros entre eles “A Arte de Seguir Alguém” estão a venda na nossa Livraria e também promove Workshops, Seminários a volta da temática da Liderança.

Para mais contactos eis os endereços, email dardano.santos@gmail.com


Lançou Nacional o Livro Sobre o MoGeCa: O Modelo de Gestão Comunitária de Água

Na sexta-feira dia 28 de fevereiro de 2014, o Secretário de Estado das Águas, e do Director Nacional, juntamente com Cupi Baptista da Development Workshop lançou o livro sobre o MoGeCa: O Modelo de Gestão Comunitária de Água. MoGeCA privilegia na sua abordagem o envolvimento dos grupos locais na negociação, construção e gestão dos pontos de água, como pressuposto básico para promover o desenvolvimento local. A gestão comunitária é aqui definida como sendo uma forma de cooperação entre a comunidade e o governo ‐ administrações locais e a Direcção Provincial de Energia e Águas (DPEA) ‐ ou empresas locais de águas, caso existam, na melhoria do abastecimento de água à população que se desenvolve num contexto particular em que cada actor desempenha uma função específica complementar. MoGeCA foi aprovado em 2012 pelo Ministro da Energia e Águas e adotado como política nacional e está integrado no Programa Água para Todos.

Publicado pela: Development Workshop com apoio de Direção Nacional de Água (DNA), Ministério da Energia e Águas (MINEA), UNICEF e União Europea.

ENGLISH: On Friday, February 28, 2014, the Secretary of State for Water and National Director, along with Cupi Baptista of Development Workshop, launched the book on MoGeCa: The Model of Community Water Management. MoGeCA promotes an approach involving local groups in the planning, construction and management of water points, as a basic strategy promoting local development. Community management is defined here as a form of cooperation between the community and the government – local authorities and the Provincial Directorate of Energy and Water (DPEA) – or local water companies. It aims to improve water supply to the population in a way that each actor promotes the suatainability and maintenance of water supplies. MoGeCA was approved in 2012 by the Minister of Energy and Water and adopted as national policy and is integrated in the Water for All Programme.

Published by: Development Workshop with support from the National Directorate of Water (DNA), Ministry of Energy and Water (MINEA), UNICEF and the European Union.

Cupi Baptista:

Debate sobre MoGeCa , o Secretário de Estado das Águas

 

 

 

DOWNLOAD PDF:


MoGeCa: O Modelo de Gestão Comunitária de Água

    
Secretário de Estado das Águas       Director Nacional                       Cupi Baptista

Cupi Baptista

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