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Microfinanças

Camponeses do Cuvelai recebem crédito Agrícola

Agricultores organizados em di­versas associações no município do Cuvelai, 171 quilómetros a nor­deste da cidade capital da província do Cunene, beneficiaram, no fim­de-semana, de crédito de campa­nha agrícola num projecto do Ban­co de Poupança e Crédito (BPC), para desenvolver a sua actividade, no âmbito do processo de combate à fome e à pobreza na região.

A informação foi avançada no sá­bado, à  Angop , pela analista de pro­jectos de investimentos do BPC, Isabel Migue1, tendo referido que o programa tem como objectivo a concessão de créditos aos pequenos produtores, agrupados em associa­ções ou filiados à União dos cam­poneses Angolanos, com vista ao relançamento da produção agríco­la, contribuindo para a melhoria das condições de vida da população.

Segundo a responsável, numa primeira fase o crédito vai abranger os pequenos agricultores devida­mente credenciados pela adminis­tração municipal do Cuvelai, Om­badja e Cahama, para posterior­mente prosseguir nas cooperativas e associações com maior número de membros.

 

Administração vai encerrar peixarias ilegais

A administração municipal do Huambo vai encerrar, esta semana, 80 por cento das pei­xarias da circunscrição, que funcionam sem estarem habi­litadas a fazê-lo, colocando em risco a saúde das popula­ções, anunciou, no sábado, o administrador adjunto.

Juca Figueiredo disse, ao Jornal de Angola, que a intenção de encerrar as peixarias que funcionam à margem da lei tem o objectivo de defender o consumidor e prevenir e acau­telar a saúde pública, pois mui­tas delas não têm o mínimo de higiene, o que pode originar uma série de doenças, como in­toxicações alimentares.

“Ao todo, 80 por cento das peixarias que funcionam na cidade do Huambo fazem-no ilegalmente e muitas delas funcionam em condições de higiene precárias”, afirmou, salientando: “Por isso mesmo, a administração municipal vai encerrar estes estabelecimen­tos, localizados nos bairros periféricos do Calundo, Pica- Pau e no Casseque, até que apresentem as condições exi­gidas por lei”. O administra­dor municipal do Huambo disse, por outro lado, que os tra­balhos de fiscalização vão prosseguir e todas as peixarias ilegais vão ser encerradas.

 

BCI concede crédito agrícola

O crédito da campanha agríco­la no município de Muconda Lunda-Sul, abriu, oficialmente ontem, com a disponibilização,  Pelo Ban­co de Comércio e Indústria (BCI), de 90 mil dólares.

A verba contemplou, inicialmen­te, 18 camponeses organizados em Cooperativas e associações, numa estratégia de reduzir a fo­me e pobreza.

Na cerimónia falaram o presi­dente do Conselho de Administra­ção do.BCl, Adriano Pascoal, que lembrou que a iniciativa responde às orientações do Presidente da Re­pública, numa estratégia de elevar a produção para garantir o cresci­mento económico.

O vice-governador para a área política e de infra-estruturas, An­tónio Teixeira, disse que o lança­mento do programa no município de Muconda represente o incentivo aos pequenos e médios produtores nas “distintas facetas que envolvem a agricultura”.     

O regedor Sacungo Iamba declarou que o cumprimento do programa reconhece o valor do agricultor e pediu ao Executivo ou­tros apoios que concorram para o al­cance das metas previstas.

 

 

Governo cumpre promessa de concessão de crédito agrícola

O Governo da província de Luan­da conta desde quarta-feira, com o contributo do Banco de Comércio e Indústria (BCI) para o desenvolvi­mento agrícola, através da conces­são de crédito às cooperativas e associações de camponeses, anun­ciou na localidade do Bita Tanque I, o governador provincial.

José Maria dos Santos, que reali­zou uma visita às zonas de desen­volvimento agrícola do Bita Tan­que I, Quilómetro 30 e Tande, em Viana, e o pólo agrícola da Funda.

“em Cacuaco, aproveitou a ocasião para entregar um tractor e uma car­rinha a cada uma das cooperativas e associações de camponeses e re­feriu que o apoio prestado vem na sequência de uma solicitação fei­ta por pessoas ligadas às respecti­vas organizações.

“Trouxemos carrinhas e tracto­res para apoiar a agricultura, ago­ra falta o mínimo e para isso, contamos com o apoio do BCI, que tem por missão incentivar o crédi­to agrícola a nível da província de Luanda”, disse.

José Maria dos Santos reconhe­ceu o contributo dos camponeses para o aumento da produção agrí­cola e lamentou a escassez de tractores no cultivo da terra e o desperdício de parte da produção por escassez de transporte para o seu escoamento nos centros popu­lacionais. O governador lançou um apelo aos camponeses para a manutenção dos meios entregues e a boa gestão dos recursos colo­cados à sua disposição para o êxi­to do programa de desenvolvi­mento rural e combate à pobreza.

Na localidade do Bita Tanque I, José Maria dos Santos garantiu que nos próximos trinta dias, a questão da água fica resolvida com a entrada em funcionamento de um sistema de captação, trata­mento e distribuição de água.

Milhares de toneladas 

Mais de cinco mil toneladas de produtos diversos, como hortícolas, frutas e cereais, são produzidos por média, pelos camponeses da comu­na da Funda, em cada campanha agrícola, disse o secretário-geral da Associação dos Camponeses do Município do Cacuaco.

João Pedro explicou que naque­le município os camponeses estão organizados em 20 cooperativas e oito associações, que dão o seu contributo no âmbito do progra­ma municipal integrado de com­bate à pobreza.

Acrescentou que a associação enfrenta algumas dificuldades na preparação e legalização da terra, expansão industrial, falta de ins­trumentos agrícolas e espaço para a comercialização da produção.

O presidente da cooperativa “Ki­makienda”, no Quilómetro 30, Mar­colino Matias, disse que os campo­neses naquela localidade pretendem aumentar e diversificar a actividade, contribuindo para o aumento da oferta de produtos do campo.

Marcolino Dias esclareceu que es­tão inscritos na cooperativa 1.980 camponeses que aguardam por fi­nanciamento para desenvolverem os seus projectos. durante as visitas es­tiveram presentes a secretária de Es­tado para o Desenvolvimento Rural, Filomena Delgado, o vice-governa­dor para o sector económico e pro­dutivo, Miguel Catraio e o presiden­te do Conselho de Administração do BCI Adriano Pascoal.

Kixicrédito obtém rating

A instituição de microcrédito de direito angolano Kixi Crédito obteve, na semana passada, o nível de avaliação B+, como conse­quência de uma avaliação efec­tuada por uma agência de nota­ção de risco italiana.

O rating, solicitado após qua­tro anos de actividade, surge após a empresa ter submetido o relatório de 2010 à avaliação internacional, passando assim a ser a única instituição angolana -do subsector das micro-finanças a obter esta avaliação.

A instituição financeira não bancária, especializada em microcrédito, está agora habilitada a financiar-se nos mercados in­ternacionais, onde o acesso ao dinheiro é muito mais barato e os prazos de reembolso mais exten­sos do que os estabelecidos no mercado doméstico.

Este é o primeiro rating da em­presa e tem duração de um ano, caso não ocorram alterações re­levantes nas operações ou no contexto em que a instituição opera.

De acordo com o relatório da agência italiana, Micro – Finança Rating, no domínio da análise fi­nanceira e suficiência de capital, “os resultados em termos de sus­tentabilidade e rentabilidade são bons, alavancados por um porta­-fólio alto de retorno de investi­mento anual e um mercado sem concorrentes”.

O relatório prossegue assina­lando, entretanto, que a eficiên­cia operacional e a produtivida­de do staff estão abaixo dos níveis de excelência exigidos a nível in­ternacional. Não obstante, a ava­liação é justificada pelo “aumen­to dos fundos, que é constante, e pela negociação com financiado­res internacionais que estão já em fase avançada”.

De acordo com as demonstra­ções financeiras a que o Expansão teve acesso, os activos totais da em­presa cresceram 40,5% nos últimos três anos, tendo passado de 9,9 mi­lhões USD em 2008 para 13,9 mi­lhões USD em 2010.

De acordo com Constância Sil­va, membro da administração da empresa, o rating veio credibili­zar a instituição a nível interna­cional.

A gestora lembrou ainda que os investidores internacionais se sentem mais atraídos a investir em empresas cuja eficiência fi­nanceira está certificada por ins­tituições credíveis.

“Todas as instituições a operar no sector financeiro devem sub­meter os seus

relatórios anuais à avaliação para certificar os seus Índices de eficiência. Acaba por ser uma obrigação das institui­ções transparentes”, explicou Constância Silva.

A Kixi Crédito, SA, é uma insti­tuição especializada em micro-finanças, licenciada em 2006, pelo Banco Nacional de Angola, para concessão de microcrédito. Deti­da pela ONG angolana Deve­lopment Workshop (DW), a ins­tituição opera em seis províncias do País.

 

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