Over the previous decade, African cities experienced a wave of frenzied construction driven by imaginations of world-city status. While these projects provoked new discussions about African urbanism, the literature on them has focused more on the paperwork of planning than actual urban experiences. This article addresses this lacuna by investigating residents’ reactions to the post-conflict building boom in Luanda, Angola. I show that Luandans’ held highly ambivalent orientations towards the emerging city. Their views were shaped by suspicions about pacts between Angolan elites and international capital that recapitulated longstanding tensions over national belonging. These concerns were voiced via discussions of the very aesthetics of the new city. Buildings became catalysts for expressions of dissent that put into question the very project of state-driven worlding. The paper therefore argues that the politics of aesthetics are central to grasping the contested understandings of urbanism currently emerging in various African cities.
Angola Resposta Relatorio Especial para Habitaçào Condigna das Naçôes Unidas
Este plano é um complemento da visão integral da gestão do risco tendo em conta a sua relação com o desenvolvimento do País. Portanto, deve ser considerado como uma contribuição para o Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento. Metas e tempos são estabelecidos e uma avaliação intermediária será realizada com o propósito de actualizar metas, corrigir o rumo quando for precisso, e identificar o nível real de progresso.
PLANO NACIONAL DE PREPARAÇÃO, CONTINGÊNCIA, RESPOSTA E RECUPERAÇÃO DE CALAMIDADES E DESASTRES
Respeitando o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos Sociais e Culturais, de que Angola é parte desde 1992, a Constituiçào da Repitb1ica de Angola (CRA), no seu artigo 891estabeleceu o direito à habitaçào condigna e à qualidade de vida como um direito fundamental a todos os cidados. Este artigo é complementado pelo artigo 15 da CRA sobre o direito à terra que estabelece que as comunidades locais têm direito ao uso das terras, nos termos da Lei. Entretanto, o artigo 15 2N 23 estabelece a possibilidade de expropriaçâo por utilidade pitblica. Para efectivaçào do direito à habitaçào condigna, foi elaborado o Plano Nacional que inclui a construçào de novas centralidades com o objectivo de conferir uma habitaçào condigna e colocar vârias famflias angolanas em zonas seguras.
Plano Nacional de Desenvolvimento 2013-2017 Dezembro
O Plano abrange também um período de grande importância para o futuro do País. Situa-se no meio-percurso da Estratégia Nacional de Desenvolvimento de Longo Prazo “Angola 2025”. Após o grande esforço que foi realizado para reconstruir o País destruído por décadas de guerra, Angola entrou na fase de Modernização e de Sustentabilidade do Desenvolvimento, centrada na Estabilidade e Crescimento e na valorização do Homem Angolano. Esta valorização assenta, em primeiro lugar, na alfabetização e escolarização de todo o Povo Angolano, que são a base para a formação e qualificação técnico-profissional e formação superior dos seus Quadros, essenciais ao Desenvolvimento Sustentável, Equitativo e Pujante de Angola.
Estratégia de Combate à Pobreza
O Governo de Angola, tendo em vista a redução acelerada e sustentada da pobreza, apresenta a sua Estratégia de Combate à Pobreza – ECP. Esta estratégia surge num contexto de consolidação da paz e na sequência dos objectivos e prioridades fixados nos programas do Governo que advogam a necessidade de se promover um desenvolvimento económico e social abrangente e sustentável.





