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O Novo Jornal

Executivo estuda causas da inflação

O presidente da República José Eduardo dos Santos, há mais de trinta anos 110 poder, falou pela primeira vez do estado da nação no parlamento, tendo dedicado grande parte do seu discurso a vertente económica. Falou dos preços dos serviços e produtos básicos em Angola que, no seu entender sobem per­manente, tomando a vida dos cidadãos cada vez mais aperta­do

Durante o seu discurso, Eduardo dos Santos anunciou algumas medi­das que estão a ser ensaiadas pelo executivo para inverter o quadro. O Chefe de Estado avançou que o exe­cutivo está a terminar um estudo so­bre as causas reais da inflação em Angola, de modo a concluir se esta é importada ou se resulta do finan­ciamento do défice causado pela despesa pública, pois os seus efeitos incidem sobre altos patamares actu­ais das taxas de juros em ‘termos de medidas adequadas para estimular o investimento e o crédito”.

No seu discurso acrescentou que o executivo iniciou um programa de reorganização das finanças públicas com o apoio de conceituadas con­sultorias externas, tendo como pro­pósito central fortalecer o relaciona­mento institucional entre o Banco Nacional de Angola e os Ministérios das Finanças, do planeamento e da administração emprego e segurança social e também reforçar a observân­cia dos procedimentos e das boas práticas universalmente aceites, de modo a garantir a execução eficiente e eficaz da despesa pública e a elevar os níveis de arrecadação da receita.

Com efeito, dizia, “pretendemos níveis de inflação que não onerem as taxas de juros, encarecendo assim o crédito”.

De acordo com o chefe de Esta­do, o executivo deverá ainda adoptar novas medidas, acções directas sobre as causas da permanência de níveis ainda elevados de preços no nosso país, quando comparados com os níveis de preços médios de outros países em desenvolvimento.

Eduardo dos Santos informou que está elaborado um estudo objec­tivo, amplo e minucioso sobre a for­mação dos preços do bens e serviços no nosso país, na base do qual serão em breve anunciadas medidas com destaque para a criação de uma insti­tuição de supervisão dos preços e da concorrência.

 

 

Vendedores do mercado contestam encerramento sem pré-aviso

OS VENDEDORES DO MERCADO da Chicala e Ponto Final estão insa­tisfeitos com a administração Municipal da Ingombota, porque não foram avisados que este espaço comercial iria fechar.

Os comerciantes manifestam-se em desacordo com a atitude da ad­ministração municipal e recusam as alegações para o encerramen­to.

“Como é que hoje dizem que há gente que não pagava e que isto era o centro da prostituição?” in­dagam os vendedores. “Isto não está certo. As pessoas namoram em qualquer lugar e aqui não se­ria diferente”, insistem, acrescen­tando que o espaço mantinha-se limpo ao contrário do que foi no­ticiado. As informações que passaram • na televisão, de que vendíamos no lixo, também não correspondem à verdade. Não está certo”.

Os vendedores, como garan­tem, pagavam semanalmente 120 kwanzas para venderem no merca­do da Chicala. “É muito dinheiro. O total do que nós pagávamos to­das as semanas por mês dava 4800 kwanzas por ano. A administrado­ra não pode dizer que nunca viu o dinheiro. Temos facturas que pro­vam o que estou a dizer. Se ela nunca viu o dinheiro então ia para o bolso de quem? A administrado­ra sabe, só não diz porque tem ver­gonha”, afirma uma vendedora. Madalena Afonso diz que a posição da administradora não é justa por­que não tiveram um aviso prévio. “Pelo menos que avisassem com um mês de antecedência, assim nós já não comprávamos as coisas. Agora o que vamos fazer com o que comprámos?”, interroga a mulher, acusando os governantes de não pensarem nas pessoas. “São várias as pessoas que neste momento es­tão de novo no desemprego”.

Na zona da Chicala havia 115 bar­racas, num mercado que existe há mais de três anos.

As cobranças pela ocupação do es­paço era, segundo os comercian­tes, feira por quatro pessoas, uma da administração comuna!, uma do comité do MPLA, conhecida ape­nas como tio Afonso, uma vendedo­ra conhecida por Arlete e o man Pe­ló. “Eles apareciam todos os finais de semana para cobrar o dinheiro. Se a gente não pagava levavam todas as cadeiras. Agora vão dizer que nunca receberam dinheiro, acho que estão a ficar todos malucos”, lamentam. As vendedoras pedem ao governador de Luanda, José Maria, para re­solver a situação e pedir contas à administradora municipal para dar informações sobre o dinheiro que recebiam todas as semanas. “O que as pessoas agora querem saber é pa­ra onde é que ia o dinheiro, e o go­vernador tem como saber. Nós co­nhecemos as pessoas que faziam as cobranças e podemos mostrá-las”.

 

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