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Ambiente

Famílias desalojadas pela a Chuva estão a receber bens alimentares

 

Pelo menos 1.247 pessoas desalojadas pelas chuvas que caíram a semana passada no município de Quimbele, 289 quilómetros da cidade do Uíge, sede capital da província, receberam da direcção provincial do Uíge do Ministério da Assistência e Reinserção Social (MINARS) bens diversos ..


Constam entre os bens entregues pela directora provincial daAssistência e Reinserção Social, Adelina Pinto Figueiredo, na presença do vice-govemador para a Organização e Serviços Técnicos, Nazário Vilhena, chapas de zinco, reservatórios de água, muletas, roupas usadas, cobertores, utensílios de ‘cozinha (panelas, canecas e talheres), entre outros bens.

 

O administrador municipal de Quimbele, Joaquim Vumbi, agradeceu o gesto do MIN ARS, adiantando que o mesmo vai colmatar as dificuldades com que se debatem aquelas famílias.

 

Por sua vez, a directora provincial do MINARS, Adelina Pinto, lembrou que a chuva destruiu infra-estruturas, principalmente casas, em cinco municípios da província, nomeadamente Negage, Sanza Pombo, Dange Kitexe, Cangola e Quimbele, tendo desalojado mais de três mil pessoas.

 

Adelina Pinto anunciou a existência de um plano de distribuição de bens alimentares e não alimentares nos próximos dias às populações afectadas pelas chuvas.

 

AAngop soube, de fonte da administração municipal de Quimbele, que a chuva desalojou 1.247 pessoas, destruiu nove infra-estruturas administrativas, com destaque 4″ para o edifício da administração 10- vi cal e o Comando municipal da Polícia Nacional. A chuva, que caiu durante três horas sem cessar, acompanhada de granizo e fortes ventos, dó destruiu igualmente oito igrejas, seis estabelecimentos comerciais 47 postes de iluminação pública, vila e oitenta residências.

 

O município de Quimbelc dista 289 quilómetros do Uíge, com uma população estimada em mais de 200 mil pessoas e potencialmente agrícola .

 

Núcleo dos engenheiros do Huambo esta preocupado com a desmataçao

O núcleo da Ordem dos Engenheiros de Angola no Huambo mostrou-se preocupado com o aumento da desmatação na província, por considerar uma das causas principais da degradação do ambiente e dos solos.

Numa palestra realizada na terça-feira, no município do Londuimbali, o engenheiro Anaz Vidro disse que o derrube das árvores pode comprometer as gerações vindouras, com a criação de efeitos negativos na atmosfera.

“Devemos mobilizar a sociedade, nas aldeias, onde a prática de abate de árvores para o fabrico do carvão é maior”, afirmou o especialista. Anaz Vidro referiu ser necessária a criação de um elo de ligação entre o núcleo da ordem e as autoridades locais, de modo a que possam participar também no desenvolvimento do município.

 

Na ocasião, o orador André Njamba aconselhou a população, autoridades tradicionais, educadores e responsáveis de outras instituições sociais para ajudarem a combater o abate indiscriminado de árvores, tendo em conta as suas consequências no futuro.

 

Para inverter o quadro, disse, é dever de todos a reposição e o maneio florestal, colocar em prática a legislação protectora, com a criação de reservas florestais, bem como a protecção total e exploração da floresta de I uma maneira racional e controlada. “Devemos tomar medidas exactas para oferecer alternativa aos produtos obtidos pela desflorestação e dar a conhecer a todos o que é a desmatação e as suas consequências”, alertou.

 

O administrador municipal, Evaristo Lucas Ulombe, disse que o abate anárquico de árvores tem sido um problema sério na circunscrição e urge a necessidade de se pôr cobro à actividade. “O aquecimento global deve-se em grande parte às queimadas e abate indiscriminado de árvores. Deve-se encontrar mecanismos para se acabar com essas práticas”, disse.

 

Água mineral” Alto Hama”  

O responsável da empresa de enchimento de água mineral “Alto Hama”, Hermany Gustavo de Almeida, disse que a unidade fabril entra em funcionamento em Março de 2011 e também vai produzir sumos, na localidade do Alto Hama.

 

Segundo Hermany Gustavo de Almeida, a fábrica está orçada em , 12 milhões de dólares norte-americanos e tem a capacidade para encher 30 mil garrafas de meio litro por hora, no primeiro ano. “Vamos aumentar o caudal para a captação de mais água e ter maior capacidade produtiva”, afirmou.

O projecto engloba engarrafamento e produção de sumos e construção de um hotel com quarenta quartos. Hermany Gusta, de Almeida realçou que a fábril vai empregar, de Março a Junho, mais de 30 trabalhadores e passa} a 130, no quarto semestre de 2011.  

 

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