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Orçamento respeita princípios modernos

O orçamento Geral do Estado (OGE) angolano tem melhorado de qualidade e respeita os prin­cípios fundamentais de elabo­ração de um orçamento moder­no, afirma o economista Alves da Rocha.

Apesar das melhorias, o econo­mista disse haver ainda muitos as­pectos em torno do orçamento que precisam ser discutidas e aperfei­çoadas. Durante a sua dissertação sobre “O Processo de orçamentação pública em Angola”, proferida on­tem, na IV Semana Social Nacional sobre “Democracia e Participação”, promovida pela Conferência Epis­copal de Angola e São Tomé, Alves da Rocha disse que o orçamento é a peça central na política económica de um país, tendo em conta que ex­põe o seu plano financeiro.

Através do orçamento Geral do Estado, explicou o economista, é possível saber quanto o Estado pre­tende retirar do rendimento do ci­dadão para aplicar em empreendi­mentos e projectos que ajudem a criar condições para desenvolver a economia privada e melhorar as condições de vida da população.

De acordo com Alves da Rocha, o orçamento é um mapa previsional de receitas que o Estado prevê arrecadar e de despesas que prevê realizar num determinado período de tempo, com a devida aprovação pelo Parla­mento. O economista que e também professor universitário, disse que 75 por cento das receitas fiscais do país provêm do petróleo. A outra parte deriva dos impostos aduaneiros e do rendimento de trabalho e sobre o im­posto de consumo.

Do seu ponto de vista, o Governo tem de dar provas de uma aplicação correcta das receitas, realizando obras que contribuam para satisfa­zer as necessidades colectivas. “Tenho dúvidas se a melhor manei­ra de atender às necessidades colectivas e satisfazer utilidades so­ciais é o Estado aparecer como investidor em sectores típicos na iniciativa privada”, admitiu.

Na África do Sul, Botswana e na Namíbia a parceria entre o Estado e o sector privado deu bons resulta­dos, mas não há garantia de que em Angola também resulte. “Essas par­cerias têm resultado nos sectores de iniciativa privada, porque, coJ11o se sabe, a iniciativa privada em África é fraca por razões de natureza histó­rica, derivada do modelo colonial de exploração desses países, e por ra­zões ideológicas”, afirmou. O Esta­do tem outras áreas de intervenção, razão pela qual não precisa de apa­recer como investidor ou exercer as funções do investidor privado.

Controlo do orçamento

 

O economista defende a existên­cia de uma Conta Geral de Estado, para que se possa saber com todo o rigor como foi executado o orça­mento. Esclareceu que o relatório de execução orçamental que o Ministé­rio das Finanças apresenta no final de cada ano não tem nada a ver com uma Conta Geral de Estado. “A últi­ma Conta Geral de Estado foi publi­cada em 1974, ainda durante a ad­ministração colonial”, referiu.

Nos países de economia de merca­do e de liberdade económica, acrescentou, a Conta Geral de Estado é um documento que é julgado pelo Tribunal de Contas, cuja competên­cia é avaliar a execução financeira, de acordo com os tramites legais da execução e realização do OGE.

O tema apresentado pelo econo­mista Alves da Rocha constou do Painel de debate sobre “Orçamento público e participação”, onde tam­bém foram abordados outros sobre “Gestão e fiscalização pública em Angola”, “OGE e direitos humanos: passado, presente e futuro” e sobre “Garantias dos direitos económi­cos, sociais e culturais em Angola”.

 

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