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Investimentos públicos devem ter impacto na vida do cidadão

Os Projectos de Investimentos Públicos devem reflectir-se na vida dos cidadãos para se cumprirem os objectivos das políticas públicas do Executivo, defendeu, ontem, em Luanda, Rui Santos, professor do Instituto Nacional de Administra­ção de Portugal.

Rui Santos falava no primeiro Seminário Técnico e Metodológi­co sobre a Programação, Gestão e Avaliação do Investimento Públi­co, a propósito de “modelos lógi­cos de programação do investi­mento público”.

O seminário, promovido pelo Ministério do Planeamento, foi di­rigido a técnicos dos departamen­tos de estudo e planeamento dos Ministérios e dos governos provin­ciais. Os técnicos, na elaboração dos projectos de investimentos pú­blicos, referiu o orador, devem usar o método de enquadramento lógi­co, que consiste na aproximação dos investimentos às necessidades dos cidadãos.

A aproximação dos projectos pú­blicos às necessidade dos cidadãos, frisou, é a razão de ser do Decreto Presidencial n° 31/10, de 12 de Abril, referente ao investimento público como um instrumento na resolução dos problemas dos cida­dãos e na melhoria da vida das populações. Rui Santos alertou que o decreto é apenas “uma mera ferra­menta” porque o objectivo final é que os recursos públicos sejam ad­ministrados com mais eficácia e eficiência. 

O Decreto Presidencial, lembrou, acautela o problema de muitos pro­jectos com o orçamento todo pago, mas cuja implementação não arran­ca. “Muitas vezes aceita-se assinar um contrato num valor inferior àquilo que vai ser necessário, pensas­se que se vai gastar cem mil e acaba por se gastar 500 mil. A inversa tam­bém acontece”, esclareceu.

O docente frisou que a orçamen­tação pouco rigorosa tem como consequência a existência de muitas obras não concluídas e com cus­tos muitos elevados.

Rui Santos defendeu a necessi­dade de se definir um custo padrão e exemplificou: o preço de uma es­cola pode custar uma determinada quantia na província, região ou país para que se evitem situações de subfacturação.

Esta metodologia, de enquadra­mento lógico, disse, é de referência em instituições internacionais, co­mo o Banco Mundial, a União Eu­ropeia e o Fundo Monetário Inter­nacional na elaboração, gestão e avaliação de projectos.

Américo dos Santos, professor da Universidade Técnica de Lisboa, falou, também, sobre “intro­dução à avaliação socioeconómica de projectos”.

O também economista defendeu que os técnicos dos departamentos de planeamento devem, na fase de elaboração de políticas pública, contar com o contributo de sociólo­gos, antropólogos e juristas para os com as acções formativas no sector projectos de investimento públicos serem mais realistas com as neces­sidades do povo.

Formação contínua

A Ministra do Planeamento, Ana Dias Lourenço, disse que o seu Mi­nistério vai intensificar o processo de formação de quadros, com ses­sões centradas em exercícios práti­cos, através de um ciclo formativo que vai prolongar-se até Julho.

Ana Dias Lourenço reconheceu que os gabinetes de Planeamento e o Ministério apresentam algumas de­bilidades, pelo que o esclarecimento e formação dos recursos humanos são fundamentais para o sucesso dos processos de modernização e ade­quação do funcionamento das insti­tuições. “Recentemente foi aprova­da pelo Parlamento a Lei do Sistema Nacional do Planeamento, que defi­ne como deve funcionar o sistema. Temos de estruturá-lo e a questão dos Recursos Humanos é uma peça fundamental” disse.

Ana Dias Lourenço salientou que o Ministério do Planeamento vai começar a trabalhar com o estudo de casos, exercitando, através de sessões, para aperfeiçoar as técni­cas e aplicar as metodologias.

“Este seminário constitui o pri­meiro de um leque de outros semi­nários e de sessões de capacitação técnica a ter lugar junto dos secto­res e províncias, cobrindo o maior número possível de quadros técni­cos”, disse.

O seminário, que decorreu du­rante dois dias na Escola Nacional de Administração, terminou ontem e teve a presença da ministra e dos vice-ministros do Planeamento.

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