• Skip to primary navigation
  • Skip to main content
  • Skip to primary sidebar
DW Angola

DW Angola

Development Workshop Angola

  • Home
  • About DW
  • Programs
  • Partners
  • Publications
  • Community Media
  • Forums
  • Events
  • Contact
  • Concurso
  • Show Search
Hide Search

Combate á pobreza passa pelo reforço de mecanismos de prestação de contas

O seminário sobre a imple­mentação dos programas de combate à pobreza que durante dois dias reuniu personalidades de vários sectores, na Huíla, re­comendou o reforço dos meca­nismos de prestação de contas, aprimoramento dos instrumen­tos de programação e a melhoria da gestão financeira e monitoria.

De acordo com o comunicado produzido no final do encontro, que terminou no sábado, os gesto­res públicos devem ter em atenção as regras de execução do orçamen­to, particularmente a inserção do pessoal admitido e o pagamento dos salários, e rigor no cumprimen­to dos prazos para o expediente de contratação, admissão e falecimen­to dos funcionários.

O encontro considerou que as ad­ministrações municipais devem re­meter, trimestralmente, à delega­ção provincial das finanças, os pro­cessos da sua programação finan­ceira, para o devido tratamento.

Os participantes defenderam ainda ser urgente o garantir da exe­cução de projectos capazes de faci­litar o acesso aos alimentos a todos os cidadãos, especialmente os mais necessitados.

Consideraram, igualmente, per­tinente a criação de bancos de se­mentes para auto sustentabilidade e de um modelo institucional de ges­tão operacional do programa “Água para Todos”, para garantir a operacionalidade e a sustentabili­dade dos sistemas, com realce para os municípios com baixa cobertura destes serviços.

“Urge também criar-se mecanis­mos para implementação da estra­tégia de revitalização dos serviços municipais de saúde e funciona­mento dos comités de auditoria de mortes maternas e pré-natais, a promoção da participação comuni­tária, incluindo agentes afins e a ar­ticulação dos níveis de atenção pri­mária e os demais cuidados de saú­de”, lê-se no documento.

No âmbito do programa munici­pal integrado de desenvolvimento rural e combate à pobreza, os partici­pantes defenderam a inserção de projectos nos planos dos orçamentos municipais. Além disso, exigiram maior protagonismo dos conselhos de auscultação e concertação social a nível local, de modo a torná-los parte integrante do desenvolvimento dos municípios.

Durante dois dias, foram discuti­dos três painéis. O primeiro incidiu no combate à pobreza, desenvolvi­mento rural e comércio rural numa perspectiva integrada. No segundo painel, os participantes discutiram questões como programas munici­pais integrados, agua para todos, estratégias para a segurança alimentar e nutricional e municipalização dos serviços de saúde. No terceiro foram discutidos os mecanismos de planificação e fi­nanciamento de programas munici­pais integrados e a reestruturação das parcerias.

O encontro contou com a partici­pação de 200 pessoas, entre delega­dos, directores provinciais, admi­nistradores municipais adjuntos, chefes de departamento, adminis­tradores comunais, chefes de secre­taria, de secção, do plano, técnicos de administrações municipais, au­toridades tradicionais, membros da sociedade civil e responsáveis de instituições bancárias.

Alerta aos funcionários públicos Licença ilimitada obedece a regras claras

Os gestores públicos da província da Huíla foram esclarecidos sobre matérias relativas às licenças regis­tada e ilimitada e os seus efeitos e implicações na vida dos funcioná­rios públicos.

Ao intervir no encontro provincial sobre implementação dos programas municipais integrados de desenvol­vimento rural e combate à pobreza, que encerrou no sábado, o director provincial da Administração Públi­ca, Emprego e Segurança Social, Al­bino Ferro, alertou os funcionários para acautelarem o pedido de licen­ças ilimitadas pelo facto de se tratar de um período nulo na contagem para a reforma. “Os funcionários de­vem saber os efeitos da licença limi­tada e ilimitada, pelas implicações na sua vida, pois a vaga deixada por si no período de dispensa é aberta e passível de ser ocupada por outro funcionário que concorra em con­curso para um lugar na função pú­blica”, esclareceu.

Estes aspectos, referiu, constam do Decreto-Lei 10/94 sobre as fé­rias, licenças e faltas onde se declara a nulidade deste período na sua efectividade, não contando para a reforma, um dos efeitos resultantes dos pedidos de licença, de acordo com o período solicitado Quanto à licença registada, acres­centou Albino Ferro, obedece a um período de até um ano, a começar por seis meses e passíveis de reno­vação, findo o qual devem imedia­tamente apresentar-se no local de trabalho, enquanto a licença ilimita­da, transcende um ano para adian­te. Os motivos para a cedência da li­cença são determinados pelo solici­tante e analisados pela entidade em­pregadora. Por isso, os funcionários devem prevenir-se, pois uma licen­ça ilimitada acima dos cinco anos, além do seu tempo ser nulo para a reforma, retira igual número de anos o tempo de alcance da reforma.

Primary Sidebar

Resources

  • Angolan Media Scan
  • Online Library
  • Land Library
  • Community-Led Total Sanitation
  • Community Water – MoGeCA
  • KixiCrédito
  • HabiTec
  • LUPP
  • Urban Forum on AngoNet
  • AngoNet Webmail
  • Audio Archive
  • Africa-China Urban Initiative

Follow us on...

Sign up for E-Alerts

© 2026 Development Workshop Angola | Log in Built by PeaceWorks