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Municípios ficam sem contas bancárias

Os administradores munici­pais de Luanda assinaram com o Governo da provín­cia e o Ministério das Finanças, no último dia 14, um termo de compro­misso que os obriga ao encerramen­to imediato das contas abertas pelas administrações municipais em ban­cos comerciais. A medida, segundo apurou o Continente, responde ao Decreto Presidencial nº 309/2010 de 29 de Dezembro sobre as regras de execução do Orçamento Geral do Estado para 2011, que recomen­da, entre outras medidas, que os recursos arrecadados no exercício da função pública devem ser todos canalizados para o Tesouro, como fiel depositário de todas as receitas públicas.

As razões avançadas para justificar a medida que, para muitos analis­tas, constitui um exercício contrário aos “esforços” do próprio Execu­tivo tendentes ao estabelecimento do Poder Local, como instrumento para “resolver os problemas quo­tidianos das populações das grandes cidades mas também das pequenas vilas e aldeias do interior do país”, não passam da “necessidade de boa governação”.

0 Jurista Ambrósio Garcia con­sidera a medida “reprovável”, a todos aos títulos. Para ele, o poder local pressupõe, autonomia finan­ceira e, na sua fase completa, a eleição dos autarcas. Por isso, disse, não se percebe que, por um lado, as autoridades apareçam a apregoar e defender publicamente a descen­tralização do poder e, por outro, a tomarem medidas tendentes a difi­cultar o processo.

A má gestão e ou a falta de transpar­ência na gestão dos dinheiros ar­recadados localmente, devia ser matéria de responsabilidade exclu­siva dos órgãos de justiça, afirmou o jurista.

 

 

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