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Governo atira imobiliários para o “ fogo habitacional “

Quando tiver de prestar contas ao povo sobre o seu desempenho ao longo do quadriénio 2008/12, seguramente den­tro de um ano e alguns meses, já diante de movi­mentações à volta das ter­ceiras eleições legislativas, o Governo do MPLA dirá, tudo indica, que prometeu criar condições para 1 mil­hão de casas, não construídas na totalidade, contrarian­do, além dos discursos pro­feridos por dirigentes seus espalhados pelo país, o «Ma­nifesto Eleitoral» que utili­zou na caça ao voto de há três anos.

Já se sabia, mesmo que nunca objectivamente assumido, que esta cifra foi esquecida no tempo, mas o encontro de concertação entre o Governo de Bengue­la e promotores imobiliários, há uma semana, não podia ter sido mais contundente.

 Impõe-se, hoje mais do que nunca, uma retrospectiva dos tempos em que vários especialistas, apoiados na “falta de empresas com arca­bouço e de materiais de con­strução», diziam que tudo não passava de uma conversa eleitoralista.

Perante empre­sários que apresentavam dúvidas ligadas ao acesso a áreas que beneficiarão de infra-estruturas técnicas o director provincial ao Urba­nismo e Habitação, o arqui­tecto Zacarias Kamwenho, começou por reiterar a construção de 135 mil fogos habitacionais (casas sociais) em toda a extensão da província.

Ao Estado, infor­mou. Caberá erguer um total de 12 mil fogos, ficando a maior parte por coma dos promotores imobiliários e da população, que é chamada, como se sabe, a dar corpo ao programa de autoconstrução dirigida. Aqui chegado, Za­carias Kamwenho afirmou, categórico, que «o Estado tem o compromisso com as condições para a construção de um milhão de casas».

 Tratou-se, verdade seja dita, de uma declaração contrária à estratégia apresentada ao eleitorado na altura em que, se calhar, ninguém estava à espera do agora muito apregoado programa de autocon­strução dirigida, ao abrigo do qual o Governo promete colocar infra-estruturas (ar­ruamentos, água, energia e redes técnicas) nas reservas fundiárias.

Ora, é precisa­mente o acesso a áreas infra-estruturados que inquieta promotores imobiliários, tal como fez saber Jaime Mada­leno, membro da Associação dos Profissionais do ramo, recentemente criada em nome de uma parceria que se quer sólida. E uma de vá­rias dúvidas que traduzem o atraso que caracteriza o pro­grama habitacional, até ao momento sem um balanço que apresente o número de casas sociais construídas, tanto pelo Estado como pelo sector privado, quando esta­mos a pouco mais de um ano para o final do mandato do executivo saído das le­gislativas de 2008.

“Há muita indefinição, pre­tendemos mais explicações», resumiu o empresário. Se ainda existirem dúvidas quanto à estagnação, o que parece improvável, basta dizer que Jaime Madaleno afirmou que os promotores imobiliários não vêem o prometido «empurrão» do Estado em direcção à banca, a fonte de financiamento para a sua empreitada. «Registamos indefinições no que toca a motivações finan­ceiras, uma vez que não temos o apoio junto dos bancos», sintetizou.

Outra vez no uso da palavra, a equipa do Governo de Benguela, tam­bém integrada pelo arquitec­to Lobão, esclareceu que a aquisição de terrenos deve ser feita por via do admin­istrador municipal, do go­vernador e do Ministro do Urbanismo e da Construção variando conforme a dimensão da parcela.

«O im­portante, até pelo que está definido á três anos, é que seja nas áreas onde têm sido elaborados planos. Fora disso, o negócio é nulo, deve ser denunciado pelos cidadãos.

 

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