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Fórum nacional sobre pobreza defendeu habitação condigna

Os participantes no Fórum Na­cional sobre a Implementação dos Programas Municipais Inte­grados de Desenvolvimento Rural e Combate à Pobreza, que de­correu em Luanda até ontem, recomendaram que a promoção do acesso à habitação condigna, a requalificação das aldeias e po­voações no meio rural, tendo em conta as suas especificidades culturais

O comunicado final foi apresen­tado pela secretária para os assuntos Sociais do Presidente da Repú­blica, Rosa Pacavira. Os partici­pantes defenderam a necessidade de facilitar o acesso às tecnologias de desenvolvimento e à diversifi­cação da produção e melhorar os mecanismos de escoamento e tro­cas comercias para favorecer e for­talecer o comércio rural, visando a redução da pobreza.

A realização de encontros entre membros do Executivo, de forma periódica, para a discussão de ma­térias de interesse político, social e económico para desenvolver os municípios consta das recomenda­ções do encontro.

O Programa Água para Todos, a estratégia de segurança alimentar e nutricional e a municipalização dos serviços de saúde devem ser priori­dades. O Fórum recomendou tam­bém a utilização de dados estatísticos de interesse nacional, baseados na re­colha sistemática e actualizada de in­dicadores, para melhorar os mecanis­mos de planificação dos programas municipais de desenvolvimento.

Os participantes entendem ainda que é preciso garantir a execução dos programas e projectos que con­corram para facilitar o acesso e a disponibilidade de alimentos a todos os angolanos especialmente a população mais vulnerável. O en­contro, que decorreu sob o lema “Combate à pobreza um compromisso do Executivo” recomendou a criação de instrumentos de moni­toria e avaliação sobre a execução e impacto dos programas nos mu­nicípios e reforçar os mecanismos de fiscalização.

A Secretária do Presidente da República para os Assuntos Sociais esclareceu ontem, em Luanda, que as administrações municipais vão ser autónomas para garantir aos ad­ministradores maior capacidade de execução nas questões internas em benefício da população.

“A descentralização administra­tiva vai permitir que os administra­dores municipais se tornem entida­des autónomas, sem dependência dos. governos provinciais. Agora, podem fazer contratos com em­preiteiros e dinamizar projectos dentro dos municípios sem esperar a autorização do governo”, dis­se, acrescentando que “isso não quer dizer que o governador não te­nha responsabilidades. O que se pretende é, simplesmente, descen­tralizar o trabalho e distribuí-lo pe­las comunas”. 

Rosa Pacavira, que falou ao Jor­nal de Angola durante o Fórum Na­cional sobre a Implementação dos Programas Municipais Integrados de Desenvolvimento Rural e Com­bate à Pobreza, lançou o desafio de os administradores municipais im­pulsionarem o desenvolvimento económico e social de cada municí­pio, em beneficio da população.  

“Se tivermos administradores com muitas burocracias não vamos conseguir gerar desenvolvimento nos municípios”, salientou a secre­tária para os Assuntos Sociais do Presidente da República, para acres­centar: “a partir de agora, eles têm de interiorizar o trabalho que é feito com as comunidades, sentirem-se munícipes e viver o problema que cada localidade enfrenta”.

A ministra frisou que foi também prioridade do executivo aumentar a oferta de serviços sociais básicos á população, tendo em vista “a reconc­iliação nacional e a reinserção desmobilizados, deslocados e refugiados no contexto económico e social angolano”. Os estudos e re­flexões publicadas em todo mundo e pelas Nações Unidas, recordou, revelam que os problemas da po­breza resultam de uma cadeia com­plexa de causas de raízes históricas e de traços específicos e deficientes nos campos demográficos, econó­micas, de infra-estruturas, institu­cionais, sócio culturais e de politica pública. A ministra afirmou que, no caso de Angola, se pode dizer que a guerra foi a principal causa do cres­cimento da pobreza, dando origem a carência de infra-estruturas, à fra­gilidade da economia nacional e a deficiências de serviços essenciais em áreas cruciais, como a educa­ção, a formação profissional e os cuidados de saúde.

O Programa Integrado de Com­bate à Pobreza e Desenvolvimento Rural, acentuou, representa uma abordagem multi-sectorial de inter­venção do Executivo.

Ana Dias Lourenço disse que, está prevista uma activa participa­ção da sociedade civil, desde os lí­deres municipais e comunitários, a empresários, intelectuais, líderes religiosos e ONG.

O programa contempla a redução da pobreza, particularmente das populações do meio rural, promo­vendo o acesso a alimentos de qua­lidade e em quantidades adequadas e água potável, energia eléctrica, saneamento e habitação.

 

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