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Administradores passam a depositar para Conta Única do Tesouro

Em função de muitas burlas e atropelos administrativos co­metidos pelos administradores municipais no País, o Presidente da República orientou a passagem das verbas municipais para a Conta Única do Tesouro.

Em Luanda, Governador José Maria dos Santos, começou a materializar o Decreto Presidencial (Dec -Pres. N° 307/10), segundo o qual, todas as receitas provenientes de taxas, licenças e multas cobradas pelos órgãos e serviços da admi­nistração local devem ser obrigato­riamente depositadas na Conta Única do Tesouro, através do Docu­mento de Arrecadação de Receitas (DAR), que é gerado pela Direcção Nacional de Impostos do Ministério das Finanças.    

Esta situação vem inutilizar as várias contas abertas pelas adminis­trações municipais, muitas delas, contas pessoais em bancos comerciais. Segundo uma fonte próxima ao executivo de Zé Maria, administrado­res como, Tany Narciso, do Cazenga, e Suzana Augusto de Melo, da Ingom­bota, detêm contas que beneficiam os respectivos negócios.

Já o decreto tem como objectivos e benefícios evitar que haja dois orça­mentos em paralelo, que as receitas arrecadam pelos diversos serviços e órgãos da administração local sejam usadas sem o controlo do Ministério das Finanças e também por serem receitas públicas e não privadas.

As direcções provinciais de Luan­da também deverão assinar o compro­misso para a canalização de receitas para a conta única do tesouro nacio­nal, anunciou o governador de pro­vincial, José Maria Ferraz dos Santos.

O governador fez estas declara­ções depois dos administradores municipais terem assinado um termo de compromisso para o encerramento imediato de todas as contas bancárias das administrações.     

Com este acto, foi assumida uma grande responsabilidade, reconhe­cendo que os recursos arrecadados no exercício das funções públicas devem ser todas canalizadas para a conta única do tesouro, como fiel deposi­tário de todas receitas públicas.     

O compromisso assinado hoje servirá para corrigir as assimetrias na gestão financeira da província de Luanda e encerrar imediatamente todas as contas bancárias destes organismos.

“Assim sendo, estamos a dar um passo no cumprimento da legislação em vigor e no programa executivo e das preocupações do presidente da República, José Eduardo dos Santos”, afirmou.

 O governante chamou à atenção dos administradores em relação às receitas públicas provenientes dos mercados, pois em sua opinião os gestores municipais devem redobrar os mecanismos para a arrecadação de receitas nesta área, já que estes locais (mercados) são fontes fortes de arreca­dação de receitas.

 Lembrou que com este compro­misso estará a ser feita uma governa­ção transparente em benefício da boa gestão do erário.

Ao implementar este compromis­so, pretende-se elevar as receitas fiscais que vão contribuir para a eleva­ção dos recursos ordinários do tesou­ro, principal fonte de financiamento do OGE.

Constam do compromisso a reali­zação de balanços sistemáticos da receita arrecadada e despesa reali­zada, executar o sistema de gestão financeira do estado (SIGFE) e minis­trar cursos de formação aos gestores.

A criação da comissão provincial de avaliação da receita local e comu­nitária, com vista a obter o balanço mensal dos níveis de arrecadação e manter o enquadramento das rotinas de execução orçamental nas adminis­trações municipais, com o acompa­nhamento de técnicos do Ministério e da delegação provincial das Finan­ças, constam também dos compro­missos.

O estímulo à concorrência interna, quanto à melhoria e qualidade das receitas e dos níveis de arrecadação comunitária, e a premiação do melhor município pela arrecadação de mais receitas locais fazem parte do compro­misso.

Dentro em breve, o Governo Pro­vincial de Luanda e as respectivas administrações municipais serão obrigados a montar mecanismos legais, com vista a arrecadar receitas para financiar todos os projectos de sua subordinação, havia anunciado recentemente o ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República.

Carlos Feijó fez este anúncio em Viana, durante a apresentação do Programa de Gestão Integrada de Obras e Projectos da Província de Luanda, durante uma visita de campo efectuada pelo Presidente da Repú­blica, José Eduardo dos Santos àquela municipalidade.

De acordo com Carlos Feijó, espe­ra-se que uma das grandes responsa­bilidades do Governo Provincial de Luanda e das administrações munici­pais seja a arrecadação de receitas.

“Não pode o Governo Provincial de Luanda e as suas administrações municipais esperarem pelo Orçamen­to Geral do Estado (OGE) sem a devida contrapartida de sabermos quanto é que elas estão a contribuir para este OGE”, disse o membro do Executivo.

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